Comunicação e Oratória: Pilares para uma Carreira de Sucesso na Advocacia

Você já ouviu o ditado: “Falar é prata, silenciar é ouro”?

Embora o silêncio possa ser valioso em algumas situações, na advocacia, a comunicação eficaz é uma ferramenta de valor inestimável. Advogados que dominam a arte da comunicação e oratória estão um passo à frente na construção de carreiras bem-sucedidas.

Por isso, este artigo tem como objetivo mostrar o quanto o desenvolvimento dessas habilidades pode abrir portas para o sucesso na advocacia.

Comunicação: A Base de Tudo

Em um mundo onde a informação flui constantemente, a capacidade de comunicar de forma clara e eficaz é fundamental para qualquer profissional, especialmente para os advogados.

A comunicação não se trata apenas de transmitir informações; envolve também a capacidade de persuadir, influenciar e construir relacionamentos sólidos com clientes e colegas.

Um advogado habilidoso não é apenas alguém que conhece a lei profundamente, mas também alguém que pode explicar essa lei de maneira compreensível e acessível para seus clientes.

Isso significa evitar jargões legais e optar por uma linguagem simples e clara. Afinal, a confiança do cliente cresce quando ele entende completamente o que está acontecendo em seu caso.

Oratória: O Poder da Persuasão

Nesse contexto, a oratória se destaca como a habilidade que pode transformar advogados comuns em advogados extraordinários.

A capacidade de falar com confiança, eloquência e persuasão em um tribunal é crucial para obter resultados positivos para seus clientes. É também uma habilidade que pode diferenciar você da concorrência.

Ao dominar a oratória, você pode influenciar juízes, júris e até mesmo adversários com argumentos sólidos e convincentes. É a diferença entre simplesmente apresentar informações e convencer as partes envolvidas a tomar uma decisão a seu favor.

E digo mais, atualmente, o profissional da advocacia não precisa ser influente apenas dentro de um tribunal.

Dentro dos escritórios, a cada reunião com o cliente, em todos esses momentos sua comunicação precisa ser segura e transmitir confiança. Pois tal postura profissional será crucial para a sua projeção e abertura de portas por onde passar.

Construindo uma Carreira de Sucesso

Ao desenvolver essa consciência e aprimorar suas habilidades em comunicação, você começa o que eu chamo de “criar oportunidades”.

Isso mesmo! Imagine você ser o advogado que consegue conquistar a confiança de seus clientes logo na primeira consulta?

Imagine ser o advogado que consegue apresentar um caso de forma tão clara e convincente que os juízes não têm escolha a não ser decidir a seu favor. Esses são os resultados que aprimorar suas habilidades de comunicação e oratória pode trazer para sua carreira.

Portanto, se você compreendeu que comunicação hoje é fundamental para um profissional de sucesso na advocacia, aqui estão algumas dicas para começar:

  • Pratique a Escuta Ativa: Entender as preocupações e necessidades de seus clientes é o primeiro passo para uma comunicação eficaz.
  • Elimine o Jargão Jurídico: Use uma linguagem simples e compreensível ao falar com seus clientes e júris.
  • Treine sua Oratória: Faça cursos de oratória e pratique regularmente para melhorar sua confiança ao falar em público.
  • Cuide da Linguagem não-verbal: seu corpo fala e pode te ajudar a transmitir mais credibilidade ou colocar tudo a perder na sua comunicação.
  • Seja Autêntico: A sinceridade e a autenticidade constroem confiança.

Conclusão

Em resumo, a comunicação e a oratória são habilidades que podem levar sua carreira na advocacia a novos patamares.

Não se trata apenas de transmitir informações, mas de persuadir, influenciar e construir relacionamentos sólidos. À medida que você aprimora essas habilidades, abrirá portas para o sucesso que talvez nunca tenha imaginado.

Invista em seu desenvolvimento e esteja preparado para colher os frutos de uma carreira jurídica de sucesso.

Não se esqueça de que, para se destacar, é fundamental continuar aprimorando suas habilidades de comunicação e oratória ao longo de sua carreira na advocacia.

Essas habilidades não apenas o ajudarão a fechar mais negócios, mas também a se tornar uma referência no mercado jurídico.

Invista em você e na sua capacidade de se comunicar de forma eficaz, e você verá como isso pode ser o diferencial em sua carreira de sucesso como advogado.

Sobre a autora Liliane Bueno

Palestrante e Mentora em Comunicação, Oratória e Performance

Professora na ESA-GO, Treinadora de Palestrantes, atuou como repórter e apresentadora de TV por mais de 8 anos e é Professora de Oratória há 6 anos.

Confira sua rede social clicando aqui.

Precificar seu próprio trabalho pode ser algo desafiador para novos advogados. 

Durante o período acadêmico, são poucas as informações transmitidas sobre o tema. Por esse motivo, o advogado iniciante pode (e deve) buscar maiores instruções para elaborar o seu próprio modelo de cobrança. 

Trocar conhecimento com colegas da área, levar em consideração alguns itens (como os custos, complexidade do caso, relevância e valor da causa) e até recorrer a tabela de honorários da OAB, são alguns fatores que podem auxiliar na precificação de serviços. 

De todo modo, elaborar uma proposta de honorários advocatícios é essencial, e hoje nós vamos explicar melhor sobre esse item pouco utilizado pelos profissionais, já que muitos partem logo para o contrato de honorários. 

Este conteúdo é direcionado para os profissionais recém chegados no mercado jurídico, mas nada impede que você, advogado experiente, confira nossas dicas e observe se sua proposta de honorários está alinhada com as boas práticas que iremos explicar a seguir. 

O que é uma proposta de honorários advocatícios

De início, é importante sinalizar que a proposta é muito diferente de um contrato de prestação de serviços.

Enquanto a primeira é uma carta de apresentação que formaliza um orçamento prévio, o segundo é mais amplo e contém as cláusulas e demais informações sobre o que foi contratado.

Muitos se enganam ao pular essa etapa da negociação com o cliente e desconhecem o fato de que, uma proposta bem formulada pode aumentar e muito as chances de contratação.

Um outro pensamento bem comum (e errado) entre os advogados, é que o envio de uma proposta de honorários advocatícios só é necessário quando se trata de uma pessoa jurídica. 

Quem atua com pessoa física como seu público-alvo, também pode adotar o envio de proposta antes do contrato. 

A dica nesse caso é ajustar a forma de envio, que pode ser até o WhatsApp, caso seu cliente não tenha o costume de utilizar e-mail. 

Ter uma proposta de honorários advocatícios é um diferencial? 

Sem dúvidas. Uma proposta de honorários advocatícios é capaz de agregar valor para o ofício do advogado, alinhando expectativas e apresentando as fases da entrega a ser feita. 

Um cliente que tem acesso a todas as informações sobre a solução que está pensando em contratar, costuma sentir mais segurança com o profissional que está negociando. 

De nada adianta investir em marketing digital e se posicionar como um bom especialista, sem transmitir essa mesma impressão de confiança na etapa de fechamento de um contato.

É interessante pensar na proposta como uma extensão da sua apresentação, que já foi iniciada por meio do seu site, rede social, anúncio, ou até mesmo indicação. 

E lembre-se: a proposta de honorários advocatícios só deve ser enviada mediante o interesse do potencial cliente. 

Diferentemente de outros tipos de serviços onde é comum enviar propostas com o objetivo de prospecção ativa, na advocacia essa prática é proibida pelo Código de Ética da OAB.

Duas pessoas negociando após envio da proposta de honorários advocatícios

A proposta de honorários advocatícios demonstra o valor que o serviço do advogado irá agregar ao cliente.

O que colocar na sua proposta de honorários advocatícios

Pensamos em algumas dicas para você evoluir na criação do seu próprio modelo de proposta:

1- Nomeie o destinatário da proposta

É importante definir as partes da proposta. Inclusive, uma boa ideia é começar a proposta com a seguinte abertura como exemplo: 

“Sr. Fulano, conforme solicitado/combinado, segue nossa proposta de honorários advocatícios para sua apreciação”.

Caso o envio da proposta seja feito por e-mail, utilize a sigla A/C (aos cuidados) de Fulano. 

Isso é importante, sobretudo, nos casos em que o advogado envia o documento para um endereço de  e-mail do departamento da empresa ou que é utilizado por muitas pessoas. 

Certifique-se que você identificou o máximo possível, e a depender da situação, vale checar se a pessoa de direito recebeu o e-mail com a proposta. 

2- Fale sobre sua especialidade e área de atuação

Não precisa fazer um longo detalhamento, mas aproveite o momento para ressaltar sua especialidade e atuação. 

Tempo de experiência, diferenciais do seu negócio, cases e breves depoimentos de clientes também podem ser explorados nessa etapa da proposta.

3- Descreva detalhadamente o serviço a ser feito

Aqui é o momento de detalhar suas atividades. O que será feito, escopo a ser seguido e os devidos prazos. 

Muitas pessoas contratam um advogado e não entendem ao certo o que esse profissional está fazendo ao decorrer do processo ou acompanhamento, momento em que o procuram com inúmeras dúvidas e aquela sensação de “estou perdido”. 

Por esse motivo, vale a pena detalhar os procedimentos que serão executados durante a prestação de serviço. Esse é um item indispensável na proposta e com alto potencial para demonstrar o valor agregado ao cliente.

4- Inclua o valor do investimento e formas de pagamento

Isso mesmo, investimento.

Evite citar preço ou custo. O indicado é transmitir a ideia de investimento para uma boa solução, defesa ou pedido.

Alguns advogados colocam na proposta somente o valor cheio do serviço a ser executado, deixando para negociar a forma de pagamento com o cliente pessoalmente. 

Não que isso seja errado, mas pode ser interessante registrar os meios de pagamento também no documento. E quanto mais meios de pagamento, melhor. 

Todos gostam de possibilidades.

5- Haverá demais custas ou índice de correção do valor dos honorários após determinado período? Informe!

Além do investimento nos honorários, alguns tipos de demandas têm custas, como as que são cobradas em cartórios, por exemplo. 

Outra situação comum é a correção no valor dos honorários após um determinado tempo, como os percentuais pré-definidos ou taxas de manutenção do processo.

Especificar essas informações por meio de cláusulas na proposta de honorários advocatícios demonstra transparência

6- Defina um prazo de validade para a proposta

Estabelecer uma data limite para o cliente aprovar a proposta e comunicar a escolha para o advogado, traz um senso de urgência necessário. 

Além disso, propostas muito antigas perdem seu valor.

7- Agradeça pela oportunidade de negociar com o cliente

Ao final, eleve o cliente e agradeça pelo início do contato e possibilidade de prestar seus serviços a ele. 

Por fim, salve a proposta em um arquivo PDF (nunca como arquivo de texto editável) e a envie através do canal de comunicação que faz mais sentido, como já dissemos.

E não se esqueça que a linguagem simples e de fácil entendimento deve estar presente em todas as comunicações direcionadas ao cliente. Nada de termos de difícil entendimento.

Conclusão

Saber conduzir o seu atendimento até o possível fechamento com o cliente, é um dos principais fatores de impacto na saúde financeira do seu negócio jurídico. 

Nesse sentido, utilizar a proposta de honorários advocatícios pode ser um diferencial que vai diminuir barreiras durante a fase negocial. 

Esperamos que as dicas deste artigo possam facilitar o desenvolvimento do seu próprio modelo de proposta! 

Melhore seu posicionamento no meio digital

Uma boa plataforma jurídica auxilia na divulgação de seus serviços para que você possa dar atenção a outras rotinas do dia a dia. 

Conheça a MaxJus!

O profissional que atua com a assessoria jurídica empresarial tem suas atividades voltadas para soluções preventivas, sempre com o dever de buscar soluções que evitem litígios para seus clientes. 

Essa área de atuação possui um grande mercado à vista, uma vez que parte dos empreendedores brasileiros já têm percebido a importância de investir em um acompanhamento que alcance diversos âmbitos como o trabalhista, o tributário, o contratual, entre outros.

No texto de hoje vamos esclarecer alguns pontos relacionados a este tema, são eles:

  • O que é a assessoria jurídica?
  • Quais são as áreas de atuação da assessoria jurídica?
  • Como a assessoria jurídica pode beneficiar uma empresa?
  • Captando clientes para assessoria jurídica

Continue a leitura até o final e fique por dentro. 🙂

O que é a assessoria jurídica?

Como já mencionamos, a assessoria jurídica está ligada a várias questões presentes no dia a dia e no pleno funcionamento de uma organização. 

Sendo assim, o principal papel do advogado que presta a assessoria é dar um suporte baseado na legislação vigente, com o intuito de antecipar demandas e impedir problemas a curto, médio e longo prazo. 

Muitos confundem a assessoria jurídica com a consultoria jurídica, ou até imaginam se tratar da mesma coisa, mas na prática, as duas funções têm suas diferenças. 

Enquanto a assessoria jurídica tem o caráter de um acompanhamento contínuo e sua execução abrange diversas áreas da empresa, a consultoria jurídica diz respeito a entregas pontuais. 

Em outras palavras, o profissional que atua com a consultoria jurídica tem o objetivo de dar um parecer ou orientação específica ao final do projeto, que possui um prazo determinado para acabar.  

Já a assessoria jurídica empresarial é mais ampla. Aqui, o advogado atua desde o início do projeto, passando pela execução e implementação. 

Diferentemente da consultoria, a assessoria jurídica pode até chegar a se estabelecer como um departamento jurídico da empresa, na medida em que o empresário verifica os benefícios de manter profissionais que administram e tomam providências para a representação e defesa do seu negócio.

 

Quais são as áreas de atuação da assessoria jurídica?

No meio empresarial, a assessoria jurídica é utilizada em variadas áreas. Além disso, ela também pode ser acionada para questões judiciais, não deixando o acompanhamento restrito somente às práticas preventivas.

Confira abaixo alguns dos contextos em que se pode contar com uma assessoria.

  • Trabalhista: acompanhamento de questões trabalhistas, observação da legislação e defesa em eventuais processos judiciais;
  • Tributário: criação de planejamentos tributários e monitoramento de riscos;
  • Contratual: elaboração de contratos, viabilização de acordos, contratações e parcerias;
  • Negocial: elaboração de estratégias negociais e acompanhamentos;
  • Direito Digital: implementação de compliance, LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Existem profissionais que ficam com dúvidas entre 2 caminhos a serem seguidos dentro da assessoria jurídica: 

1- prestar um aconselhamento somente dentro da sua área de especialização, ou

2- atender ao assessorado de maneira generalista. 

Eu diria que o posicionamento ideal para o advogado que deseja atuar com assessorias jurídicas empresariais, seria o de buscar conhecimento especializado em determinado ramo, mas sem deixar de dar atenção para as demais áreas que, de alguma forma, podem impactar naquele cenário em que ele domina.

Afinal, é super importante construir autoridade nesse mercado, demonstrando as melhores soluções para conceder o respaldo adequado aos clientes.

 

Como a assessoria jurídica pode beneficiar empresas?

A prevenção de riscos judiciais é apenas uma das vantagens de se contar com uma assessoria jurídica, embora possivelmente seja a que mais agrada as organizações.

Há ainda a segurança jurídica que o acompanhamento em fechamentos de novos contratos e acordos possibilita, o que pode evitar surpresas desagradáveis ao longo do caminho.

E ao falar de assessoria jurídica, também estamos falando de criação de planejamentos operacionais, táticos e estratégicos que buscam alcançar um dos grandes sonhos de toda empresa: a redução de multas e custos financeiros.

Sobretudo, dispor de um direcionamento especializado dá proteção para a reputação e imagem da marca, ampliando suas chances de sucesso no mercado. 

A assessoria jurídica empresarial auxilia empreendedores de maneira preventiva, visando a diminuição de riscos judiciais.

Captando clientes para assessoria jurídica

Fechar contratos com empresas que buscam um serviço de assessoria jurídica pode ser muito interessante para os advogados. 

Além da recorrência de receita (pois grande parte das assessorias são negociadas com um valor fixo durante a prestação do serviço), o profissional tem a possibilidade de agregar valor para seus clientes e em troca receber indicações, aumentando assim a sua carteira. 

Mas como se dá a prospecção de novos contratos para assessoria jurídica? 

A primeira dica é: nunca deixe de lado o bom e velho networking. Estar presente em eventos e ecossistemas relacionados ao seu campo de atuação, aumenta e muito o seu potencial de gerar novas conexões. 

Além do mais, aposte em criar um bom posicionamento digital. Convencer o público-alvo de que é uma autoridade no assunto através de conteúdo direcionado nos canais em que ele está presente, é sempre uma ótima estratégia. 

Eduque seu cliente com informações que vão despertar o seu interesse e mostre que você é um profissional com qualificação para orientá-lo em determinada área de seu negócio.  

A MaxJus pode te auxiliar nessa jornada. Crie já um perfil na plataforma e demonstre toda sua autoridade por meio de informativos e vídeos sobre assessoria jurídica! 

 

Conclusão

Advogados que gostam de lidar com o meio empresarial por meio de atuação preventiva e evitando litígios, podem performar muito bem e contribuir com o sucesso das empresas através da assessoria jurídica. 

Lembre-se que o valor agregado perceptível após a contratação de um profissional, passa pelo alinhamento da oferta (durante o período de negociação), execução das demandas necessárias e a efetiva entrega do serviço. 

Garanta uma boa experiência para seu cliente em todas as fases!

 

Dica de leitura: Fique por dentro dos micro-nichos na advocacia em 2022

Falar dos micro-nichos na advocacia não é um tema recente, no entanto, a pauta foi bastante acelerada a partir da relação da sociedade com a tecnologia e a crescente personalização que veio a partir disso. 

Explico melhor: o consumidor atual é bombardeado com centenas de conteúdos diariamente, o que aumentou a sua percepção e participação naquilo que o atrai, naquilo que pode resolver o seu problema.

Sendo assim, a busca por soluções personalizadas e profissionais especialistas em determinados assuntos, têm crescido diariamente. E na advocacia não é diferente. 

Os micro-nichos de atuação no mercado jurídico são uma tendência já observada desde antes da pandemia da Covid-19, e mesmo diante de um momento em que o distanciamento social têm diminuído, essa nova realidade só tende a crescer.

No artigo de hoje, nós abordaremos os seguintes pontos:

  • O que são os micro-nichos na advocacia?
  • Conceito de Direito Digital 
  • E-commerce e varejo
  • Segurança digital
  • Propriedade intelectual
  • Conclusão
  • Sobre a MaxJus

 

O que são os micro-nichos na advocacia?

 

O advogado especialista se posiciona perante seus clientes como uma autoridade no assunto, o que por si só não garante a imediata contratação pelo cliente, pois afinal, quantos especialistas é possível encontrar em uma simples busca no Google? 

É nesse cenário que surge a oportunidade de se destacar atraindo públicos com demandas altamente segmentadas

A ideia de oferecer uma solução específica dentro de um nicho já estabelecido, é o que chamamos de micro-nicho na advocacia.

O profissional que detém uma boa técnica e que conhece a fundo qual é a dor e o objetivo de seu cliente, consegue desenvolver serviços personalizados e de alto valor agregado.

Uma boa dica é destacar seu diferencial competitivo através de áreas que são tendências atuais, como é o caso do Direito Digital. 

 

Conceito de Direito Digital 

 

Com o aumento das relações dentro do ambiente digital, foi necessário criar um ramo do Direito para proporcionar a regulamentação das práticas e proteção dos dados de quem utiliza as redes, daí nasceu o Direito Digital.

A informatização em massa e a presença da tecnologia nas relações humanas resultaram também na prática de ilegalidades como vazamento de dados, roubos e ataques hackers. 

Daí, é natural que se crie procedimentos que visam maior proteção às pessoas, empresas e órgãos governamentais, bem como uma legislação aplicável para crimes digitais. 

Falaremos agora sobre alguns dos variados segmentos dentro do Direito Digital que são uma excelente aposta para o advogado que deseja atuar em micro-nichos na advocacia. 

E-commerce 

O crescimento desse modelo de negócio nos últimos anos é notável, porém, a legislação aplicável para o segmento não acompanhou o mesmo ritmo. 

Como resultado, as empresas acabam atuando em uma zona de incerteza jurídica, o que pode ser uma boa oportunidade para o advogado performar com essa demanda em específico. 

Aqui, o Direito do Consumidor pode balizar a atuação deste profissional, por meio de consultorias para uma melhor logística de atendimento, vendas e relacionamento com o cliente, por exemplo.

O profissional que opta por micro-nichos na advocacia pode atuar de maneira consultiva ou contenciosa.

Segurança digital

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), popularmente conhecida como LGPD, surgiu com o propósito de regulamentar a utilização de dados pessoais e o cuidado dispensado a eles. 

O advogado atuante no segmento de Compliance e que detém conhecimento acerca da proteção de dados, deve ter seu foco voltado para as empresas que buscam estar em conformidade com a lei. 

Este é um micro-nicho do mercado jurídico que está em grande ascensão atualmente.

Propriedade intelectual

A área de propriedade intelectual não é relativamente nova, no entanto, as demandas relacionadas à criação de novos produtos digitais (como o NFT), devem acentuar a necessidade de especialistas em Direito da Propriedade Intelectual. 

Ter conhecimento especializado em processos de registros e patentes e oferecer soluções em ramos específicos (campo artístico e/ou propriedade industrial), certamente será um diferencial competitivo para o profissional.

 

Conclusão 

 

Ao desenvolver o micro-nicho em que vai atuar, geralmente o advogado tem ao seu favor uma demanda pouco explorada. 

Para a captação de novos clientes, é possível utilizar conteúdos direcionados ao público-alvo com ênfase no produto único a ser ofertado.

Dica: se você já um advogado especialista em alguma área do direito e tem interesse em desenvolver o seu micro-nicho, observe quais são as demandas do seu cliente que se tornam mais segmentadas em detrimento daquelas consideradas mais comuns. 

Por exemplo, um advogado previdenciário percebe que um número significativo de seus clientes que estão na fase de preparação para a aposentadoria, possuem direitos trabalhistas alcançados ao longo da vida através de ações trabalhistas. 

Nesse cenário, é possível oferecer averbações junto à Previdência, uma vez que essas informações não são transmitidas automaticamente nos âmbitos trabalhista e previdenciário. 

Percebeu que é uma demanda altamente específica, agrega valor e que pode ser melhor apresentada a essas pessoas? Observe as oportunidades!

 

Sobre a MaxJus

 

Ao fazer o cadastro na plataforma da MaxJus, o advogado tem ao seu dispor uma página de serviços que pode ser personalizada com uma foto de capa e perfil, além de deixar todos os seus meios de contato como telefone, e-mail e redes sociais.

Como o marketing de conteúdo é uma das técnicas mais indicadas para o mercado da advocacia, quem utiliza a MaxJus dispõe de um espaço para fazer publicações ilimitadas de artigos, notícias e até vídeos sobre temas que podem despertar o interesse dos clientes. 

Já para o cidadão que deseja contratar um profissional, a plataforma disponibiliza filtros personalizados por região e especialidade, o que possibilita conexões assertivas. 

Nós unimos demandas e soluções! Se você deseja desenvolver ainda mais seu contato com o público, não deixe de conferir os planos que disponibilizamos e suas inúmeras vantagens!

 

Gostou do nosso conteúdo? Nos acompanhe também no Instagram e fique por dentro de temas relacionados a advocacia, marketing jurídico, empreendedorismo e muito mais! 😉

Este texto é destinado aos profissionais que estão iniciando a jornada do empreendimento e irão prestar seus serviços jurídicos a partir de um próprio negócio. Citaremos dois pontos relevantes para análise: a estrutura física e o mindset que você cria para sua empresa! Confira.

Estrutura do escritório de advocacia

Qual a estrutura ideal para o meu negócio? Devo investir em um imóvel de alto padrão? Devo me posicionar em uma localização central? Depende do perfil do seu cliente.

De nada adianta ter um escritório luxuoso, em um bairro elegante, se a sua clientela for de pessoas humildes e que dependem de transporte público para chegar ao local.

Caso os clientes sejam de diferentes níveis ou você prefira reduzir as despesas do seu negócio, é possível utilizar-se de salas de trabalho e de reuniões em coworkings.

O Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP já se manifestou em algumas ementas sobre a legalidade da utilização de coworkings da OAB, desde que atendidos os limites do Estatuto da OAB, tais como:

• Eventuais arquivos e computadores devem ser isolados e de uso restrito dos advogados;
• As salas de reunião devem garantir o total sigilo e confidencialidade;
• O cliente deve ficar o mínimo possível na recepção conjunta;
• As ligações telefônicas devem ser direcionadas diretamente ao advogado ou para uma central de recados que apenas o advogado tenha acesso.

(Fonte: ementa 4.951/2017, TED OABSP)

Leia: Melhorando a produtividade no trabalho

Missão

Muito se ouve falar sobre planejamento estratégico de negócios. Você, empresário, sabe me dizer qual a missão do seu empreendimento?

A missão é o objetivo do negócio, ou seja, o motivo de sua existência. Assim, todo o planejamento e decisões da empresa devem ser avaliadas se atingem a missão.

Parece algo óbvio, mas em meio às alucinantes tarefas do dia a dia, algumas decisões equivocadas podem ser tomadas em descompasso com a missão do negócio. Quer um exemplo singelo? Digamos que uma empresa tenha como missão a educação financeira de pessoas alheias ao mercado financeiro.

A contratação de um profissional com ótimo conhecimento técnico do mercado financeiro, mas que não tenha aptidão pedagógica, vai totalmente de encontro com a missão da empresa.

Assim, nunca se perca da missão da sua empresa. Submeta todas as suas decisões ao fim maior do seu negócio. Você pode compartilhar a missão da sua empresa ou do negócio dos seus sonhos? Deixe um comentário abaixo!

Sobre o autor

Marco Livoti trabalhou durante os últimos 20 anos em multinacionais do setor de máquinas agrícolas, tais como JF, Vermeer, Storti e CLAAS, nas quais atuou como gerente de comércio exterior, abrindo e capacitando concessionários em mais de 44 países.

Hoje é treinador, coach e palestrante, tendo como carro-chefe o programa de treinamento intitulado “Vendedor do Futuro”, destinado a incrementar a performance de equipe de vendas.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Marco, acesse seu site clicando aqui!

 

Precisa contratar advogado? Quase todo mundo já esteve em situações onde o auxílio jurídico, seja para tirar dúvidas sobre algum assunto ou para ajuizar uma ação na justiça, se fez necessário.

Mas afinal, como escolher um bom advogado?

Com o crescente uso da internet para definir nossas escolhas do dia-a-dia, não é difícil se deparar com anúncios de escritórios e de profissionais autônomos oferecendo consultoria para as mais diversas áreas.

No entanto, essa escolha precisa ser assertiva e satisfatória. Pensando nisso, exploramos alguns aspectos para se analisar antes de fazer a contratação. Confira!

Contratar advogado não deve ser uma escolha difícil

Da mesma forma que as pessoas buscam um bom encanador para resolver um problema de vazamento em suas casas, contratar um advogado requer atenção e alguns cuidados essenciais para obter uma boa experiência.

Apesar da simples comparação, você deve estar se perguntando: “Será que é isso mesmo? não é mais complicado buscar por um profissional que vai cuidar das minhas questões pessoais perante a Justiça?”

A resposta é não! Não é mais complicado. Óbvio que existem pontos que merecem cautela, afinal, existem “picaretas” em todos os lugares, e não seria diferente no meio jurídico. Mas geralmente há um certo receio e desconfiança nessa procura, o que leva muita gente a confiar somente em indicações de pessoas próximas.

De fato, receber a indicação de um conhecido que possui um advogado de confiança é uma boa! Contudo, hoje vou te apresentar 4 dicas bem legais pra você ter em mente quando precisar contratar um profissional até então desconhecido. A internet será uma boa aliada nessa procura!

1- Verifique o registro profissional (OAB)

Em primeiro lugar, para exercer a advocacia é necessário que o profissional tenha seu registro ativo na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Sendo assim, nossa dica inicial para sua busca por um advogado é essa: comece pesquisando seu registro no Cadastro Nacional dos Advogados, é possível fazer isso clicando aqui.

2- Busque por especialidades

Se você precisa de uma consulta sobre leis trabalhistas, vai fazer contato com um advogado que seja especialista na área criminal? Não há muita lógica nisso, certo?

Ainda que todos os advogados tenham estudado sobre variadas áreas durante a caminhada acadêmica, contar com um especialista será sempre um diferencial.

No MaxJus você faz uma busca personalizada por especialidades. Faça conexão com profissionais de todas as regiões do país que possuem total expertise para sua questão!

3- Não abra mão da transparência

Preze sempre pela clareza. Seja em um primeiro contato por telefone ou durante o atendimento presencial/online, é essencial que o advogado se faça entender.

Um bom profissional sempre deve indicar o caminho mais viável e honroso para sua questão.

4- Cheque as avaliações e referências

Por último, é quase impossível não encontrar o site ou demais canais digitais de um prestador de serviços na internet. Aproveite a oportunidade e verifique a reputação online do advogado.

Confira comentários, depoimentos e avaliações! Vale até fazer contato com clientes antigos e perguntar como foi sua experiência.

Agora você já sabe como contratar um bom advogado!

Geralmente as pessoas costumam se preocupar com o preço na hora de contratar um advogado, e isso não é errado. Entretanto, assim como em toda prestação de serviços, é importante se atentar para não cair no famoso “barato que sai caro”.

Se você acha que encontrou a assistência jurídica que deseja, procure saber quais são as formas de pagamento disponíveis para saber sua possibilidade de fechar contrato dentro dessas condições.

Acima de tudo, escolha um profissional que lhe transmita segurança e confiança. Ao levar em conta os elementos que apontamos ao longo deste artigo, certamente será possível encontrar um bom advogado que agregue valor e te ofereça uma experiência proveitosa. Boa procura!

O marketing jurídico ocupa – ou pelo menos deveria ocupar – um espaço importante dentro do planejamento de um escritório ou de um profissional autônomo no ramo da advocacia.

As universidades não costumam oferecer abordagens sobre métodos de prospecção, vendas e relacionamento com o cliente, por isso os advogados devem extrapolar o conhecimento técnico e ir em busca dessa expertise que é essencial para a saúde dos negócios.

Em razão disso, para falar um pouco mais sobre a importância do marketing jurídico e qual estratégia você não pode deixar de fora de sua atividade, criamos esse artigo para explicar mais sobre o tema. Acompanhe!

Por que dar atenção ao marketing jurídico?

Em meio a constante transformação no modo de fazer negócios, o bom e velho marketing continua sendo um aliado das empresas. No mercado jurídico isso não deve ser diferente!

Falo isso pois muitos profissionais têm dificuldade em enxergar sua prestação de serviços como um autêntico empreendimento que precisa se fazer comunicar com o potencial cliente.

Anteriormente, uma das principais objeções com o marketing na advocacia se dava pelas restrições do Código de Ética da OAB acerca da captação de clientes. Não que isso tenha mudado, mesmo diante de discussões sobre prováveis alterações no modo de fazer publicidade para a área.

Contudo, os tempos mudaram, assim como o comportamento dos consumidores. Se antes um advogado era contratado através de indicações feitas por um conhecido, hoje a procura tem sido em ambiente digital. 

É nesse cenário que o marketing jurídico se torna um diferencial. Essa segmentação do marketing voltada para profissionais do direito tem o objetivo de posicioná-los no mercado e fortalecer suas relações com o cliente.

Além disso, ainda que suas principais ações sejam realizadas de modo on-line, nada impede que o marketing jurídico se faça presente também no off-line.

Criação de conteúdo no marketing jurídico

Eu diria que umas das premissas do marketing jurídico é comunicação estabelecida pela criação de conteúdo relevante

Os escritórios que se empenham em oferecer informações educativas de modo recorrente, conseguem “guiar” seu potencial cliente por uma jornada de reconhecimento de problema, consideração e busca pela solução. 

Além disso, o universo do direito é muito amplo e, na maioria das vezes, complicado. Por que não simplificar isso para as pessoas? Afinal, todos estão pesquisando alguma coisa ao longo do dia nas redes.

Porém, tão importante quanto comunicar, é se empenhar na criação e distribuição de conteúdos personalizados que podem gerar valor e confiança. 

Contratar um advogado não é como ir na padaria e pedir meia dúzia de pães. Cada pessoa vai seguir um caminho específico até o fechamento, e ser guiada por informações ao longo desse processo será uma experiência diferenciada.

Canais de distribuição de conteúdo

Conheça alguns dos canais mais comuns e eficientes que podem ser amplamente utilizado por advogados na distribuição de seus conteúdos:

  • Blogs: Esse é um dos canais que cresceu juntamente com a internet, e ainda vale a pena dedicar um espaço no site ou até mesmo manter um blog separado, para postar materiais explicativos sobre áreas do direito, atualizações e informativos.

 

  • E-mail marketing: Assim como o blog, o e-mail é uma ferramenta antiga que já foi muito desacreditada. Porém, muitos negócios são adeptos de estratégias bem estruturadas de e-mail marketing para manter um bom contato com a base, e consequentemente, aumentar as vendas recorrentes

 

  • Redes sociais: Talvez as redes sociais sejam o local para estar mais próximo do cliente e conhecer seus interesses. Nem sempre vai fazer sentido para o escritório estar em todas as redes, mas é preciso se atentar àquelas que vão gerar maior oportunidade, por exemplo: escritórios de advocacia que prestam serviços para empresas, devem estar presentes no LinkedIn (rede social voltada para o meio corporativo/profissional).

 

  • Youtube: Seguindo a premissa de desmistificar o juridiquês, a gravação de vídeos com simples explicações sobre determinados temas pode ser uma ótima ação para ganhar visibilidade e reconhecimento.

Preciso contratar um especialista em marketing jurídico?

Até aqui apresentamos várias dicas sobre produção de conteúdo no marketing jurídico, e com certeza você deve estar achando que é impossível gerir tudo isso sozinho.

Realmente, se propor a fazer um trabalho consistente com o devido planejamento e acompanhamento de métricas, demanda tempo e atenção que costumam ser destinados às atividades jurídicas. 

Hoje em dia já existem diversos profissionais especializados em marketing jurídico com habilidades para gerir essa área, que deve andar junto com o setor comercial. 

Quando o escritório opta pela contratação de um responsável pelas ações do marketing jurídico, todas as decisões passam a ser melhor qualificadas. 

Se a realidade do advogado autônomo é distante de um escritório já estruturado, vale a pena buscar conhecimentos voltados para o marketing e iniciar sua visibilidade por meio das redes sociais ou quem sabe até um site.

O que não pode é ficar de fora dessa realidade que veio para ficar!

Muitos profissionais ainda ficam em dúvida quanto às determinações da OAB sobre o uso de marketing para captação de clientes. 

No artigo de hoje vamos entender porque a publicidade para advogados possui tais ressalvas e quais são as expectativas do mercado jurídico para a nova proposta da Ordem que sugere alterações no modo de divulgação de serviços. Acompanhe!

É permitido exercer o marketing jurídico?

A resposta é sim! Tanto é que existem diversas empresas oferecendo consultorias de marketing jurídico em todo o país. É fato que as mudanças no comportamento do consumidor acompanharam o crescente uso da internet, e hoje em dia a procura por qualquer demanda costuma ser feita nas redes. 

Se antigamente as pessoas encontravam escritórios de advocacia ou profissionais autônomos por indicação ou nas páginas amarelas, atualmente essa busca pode ser facilmente realizada em buscadores como o Google ou por meio das redes sociais. 

O marketing jurídico vem justamente para otimizar os resultados no ramo da advocacia. Posicionamento de marca e captação de clientes são alguns dos objetivos alcançados por meio de técnicas da área. 

Ocorre que algumas práticas existentes na publicidade de outros mercados não condizem com o que é estabelecido no Código de Ética e Disciplina (CED) no Provimento 94/2000. Por exemplo: Fazer promessa de resultados a partir de possível contratação, fixar e mencionar valores de honorários e serviços e veicular anúncios por meio de rádio ou televisão.

Tais procedimentos ultrapassam a fronteira da informação, que é justamente até onde o profissional do direito deve ir ao produzir seu marketing. Contudo, o Provimento não é tão claro quanto a esses limites, o que abre espaço para diversas interpretações. 

OAB cria proposta que altera permissões quanto a publicidade para advogados

Recentemente o advogado Ary Raghiant Netom que faz parte da coordenação de publicidade da OAB, apresentou uma série de atualizações que alteram as determinações do Provimento. A expectativa é que a votação do Conselho Federal para a proposta ocorra até o mês de Abril. 

Criada após várias audiências com profissionais de todas as regiões brasileiras, a proposição possui 14 artigos esclarecedores que fazem contraste com os conceitos indeterminados do Provimento. 

Um dos principais pontos da proposta refere-se a permissão para uso de métodos que buscam alcançar o público-alvo de advogados e escritórios. E claro, tudo deve ser planejado e realizado de maneira que não fira os preceitos éticos das normativas da Ordem.

O Google Ads (plataforma de anúncios do Google) e o impulsionamento de redes sociais fazem parte das permissões abordadas no documento. Até então ambos são proibidos, o que causa insatisfação no mercado jurídico devido aos bons resultados que os recursos costumam trazer para os negócios.

Para visualizar o quadro comparativo com as alterações sugeridas, clique aqui (Fonte: Migalhas). 

Como o marketing jurídico pode atuar

Eu diria que a primeira coisa a se fazer é definir seu público-alvo. Fica muito mais fácil produzir informações personalizadas para quem realmente deseja recebê-las. Conheça seu potencial cliente e saiba qual canal utilizar para encontrá-lo.

Em segundo lugar, crie conteúdos relevantes e multicanais. Um dos princípios do Código de Ética remete a publicidade de caráter meramente informativo, ou seja, compartilhe assuntos que possam trazer esclarecimentos à sociedade. Para isso, utilize as práticas do Marketing de Conteúdo.

Para veicular seus conteúdos, pense sobre a possibilidade de criar um blog ou um site. Ter um espaço próprio para postar artigos, notícias e vídeos traz notoriedade e autoridade para o advogado.

Se possível, invista em SEO. Essa técnica reúne vários elementos que possibilitam a otimização de sua página para melhor ranqueá-la nas pesquisas do Google e assim alcançar um maior número de pessoas.

Por fim, mas não menos importante, indico o uso das redes sociais. O LinkedIn, Facebook e Instagram têm grande potencial de alcance e possibilitam a interação com o público. Além de que, “todo mundo” está conectado em pelo menos alguma dessas redes e as chances de seu negócio ser visto aumentam e muito.

Conclusão

Até que a nova proposta para uso de publicidade seja votada, há vários mecanismos já disponíveis que auxiliam os advogados na veiculação de sua imagem e seus serviços.

Nesse cenário, o MaxJus é uma plataforma completa que permite essa divulgação e conecta profissionais à pessoas que buscam por variadas demandas jurídicas. 

Dica: para desenvolver sua atividade de maneira sustentável e marcando presença online, crie estratégias, acompanhe a performance das ações efetuadas e mensure os resultados obtidos. Um bom planejamento de marketing será imprescindível para nortear todo esse caminho. Boa sorte e sucesso!