Redes sociais para advogados, 7 dicas!

As redes sociais para advogados costumam ser uma das principais ferramentas dentro do marketing jurídico e podem ser utilizadas de diversas maneiras. 

Muitos não obtêm bons resultados pois acham que basta criar um perfil e postar fotos de vez em quando, sem um estudo da persona que deseja alcançar, planejamento de conteúdo e tudo que envolve uma estratégia eficaz de redes sociais para advogados.

Analisando dessa forma, você pode estar pensando que é muito trabalhoso fazer tudo isso, e de fato, é preciso dedicar tempo e investimento nas ações de marketing nas redes. 

Contudo, haverá retorno para seus negócios, sem contar no profissionalismo que sua marca conseguirá transmitir através de um bom gerenciamento das redes sociais. 

Neste conteúdo abordaremos os seguintes itens:

  1. Como as redes sociais para advogados podem auxiliar o marketing jurídico
  2. Conheça sua persona
  3. Defina quais redes sociais faz mais sentido para seu negócio 
  4. Trace objetivos para avaliar regularmente
  5. As redes sociais para advogados precisam de um bom planejamento de conteúdo 
  6. Relacione-se com as pessoas presentes em suas redes sociais
  7. Entenda como a MaxJus pode ser um ponto-chave para sua estratégia

 

Como as redes sociais para advogados podem auxiliar o marketing jurídico

 

Segundo dados do Relatório Digital 2021, só no Brasil há cerca de 150 milhões de usuários de redes sociais. 

A pesquisa revela que 70,3% da população utiliza alguma rede. Estamos falando de uma parcela numerosa de pessoas que podem ser alcançadas com seu conteúdo. 

Além de aumentar a visibilidade para seu negócio, eu diria que a proximidade com o público é uma das maiores vantagens de estar presente nas redes sociais. 

Responder dúvidas, saber quais assuntos são interessantes para seus seguidores, o que eles dizem sobre o mercado jurídico, são informações valiosas!

Ainda, é perfeitamente possível utilizar as redes para levar tráfego para seu site ou blog, estreitando o relacionamento com os usuários e os conduzindo para uma possível conversão.

 

Conheça sua persona

 

A persona nada mais é do que um personagem fictício que faz a representação do seu cliente ideal. 

Aí você me pergunta: isso é o mesmo que o público-alvo? Não. O público-alvo traz características gerais e mais amplas. 

A persona abrange detalhes que possibilitam uma comunicação mais personalizada, fazendo com que você possa falar da maneira certa e com a pessoa certa. 

Para melhor entendimento, vamos exemplificar. 

Um advogado empresarial, tem como seu público-alvo os empresários da x região, com empresas que possuem um número de até x funcionários.  

A persona será mais específica: empresas no ramo de limpeza e conservação que disponibilizam colaboradores terceirizados para outros negócios, possuem uma carteira com até x clientes e costumam ter problemas litigiosos relacionados aos contratos de prestação de serviços.

Entendeu a diferença entre público-alvo e persona

A partir do desenho da persona, será mais fácil criar conteúdos que resolvam o problema desse cliente ideal e fazer sua atração através das redes sociais.

 

Defina quais redes sociais fazem mais sentido para seu negócio 

 

Estudar a sua persona é tão importante que será a partir dela que você vai decidir quais canais alimentar e concentrar seus esforços. 

Uma regrinha básica quando estamos falando de redes sociais para advogados é a seguinte: não vale a pena estar em todos os lugares. Escolha as redes em que sua persona está presente e foque nela. 

Pegando o exemplo que mencionamos, o advogado empresarial certamente deverá estar posicionado no LinkedIn, pois as empresas costumam estar nessa rede. 

Do que adianta criar conteúdos no TikTok se o foco do seu negócio (que são as empresas), não está lá?

Também dê uma olhada no que seus concorrentes estão fazendo. Nada de plagiar, porém buscar inspirações e ideias para criar sua própria linha editorial pode ser bem bacana.

 

Trace objetivos para avaliar regularmente

 

Utilizar uma rede social para sua estratégia de marketing jurídico e deixar de avaliar os resultados de suas ações é o mesmo que nada.

Defina os objetivos que você deseja alcançar através das redes. Geralmente, advogados têm a autoridade e o reconhecimento de marca como principais objetivos. 

Contudo, nada impede que você também queira buscar vendas na sua estratégia de redes sociais!

Para esse objetivo em específico, procure levar seus seguidores para o seu site ou blog, e assim trabalhar a conversão. 

Não se esqueça de usar das boas práticas para evitar a captação ativa que é vedada pelo Código de Ética.

Definidos os objetivos, devemos criar pequenas metas para mensurar as ações realizadas ao longo do tempo e observar se estamos próximos ou distantes dos objetivos. 

Aqui, o adequado é contar com a Metodologia Smart para definição das metas:

Metodologia SMART

 

As redes sociais para advogados precisam de um bom planejamento de conteúdo 

 

Para otimizar a gestão de redes sociais para advogados, o planejamento de conteúdo é primordial.

Nós já falamos um pouco sobre o marketing jurídico de conteúdo e em como essa ferramenta é a base para o posicionamento digital do profissional da advocacia. 

Vender soluções jurídicas não é algo simples e o consumidor atual utiliza da internet para buscar informações específicas sobre suas dores.

Isso quer dizer que a melhor maneira de alcançar mais pessoas por meio das redes sociais é demonstrar sua autoridade por meio de bons conteúdos.

Informativos sobre áreas de atuação, explicações práticas sobre leis recentes, tudo pode ser feito em formato de posts ou vídeos. Crie uma comunicação acessível e vá em frente.

Faça um calendário de publicações (indico semanal ou quinzenal) para programar a produção e postagem dos conteúdos nas suas redes.

Uma dica interessante é levar em conta as datas comemorativas que possam fazer sentido para seu público.

 

Relacione-se com as pessoas presentes em suas redes sociais

 

Uma das várias possibilidades que as empresas e profissionais têm com o uso das redes sociais, é a interação com o público.

Estimule-os, queira saber opiniões a partir dos comentários, responda dúvidas e mantenha contato com as pessoas. 

É necessário saber o que seu cliente está pensando/buscando e as redes sociais são um bom parâmetro para essa análise. 

 

Entenda como a MaxJus pode ser um ponto-chave para sua estratégia!

 

Até aqui você pôde entender mais sobre a importância das redes sociais para o posicionamento digital de um advogado e o passo a passo para estruturar ações assertivas nestes canais. 

As pessoas estão no Instagram, Facebook, LinkedIn, Youtube e TitkTok e são impactadas diariamente com quem possui algo a oferecer. 

Por que você, advogado, não pode fazer isso também? Use nossas dicas para qualificar sua estratégia e mão na massa!

Enquanto isso, que tal contar com uma plataforma para desenvolver ainda mais o contato com um potencial cliente? Com a MaxJus você:

  • Simplifica sua prospecção para novos fechamentos;
  • Conta com um design e estética agradável que chama a atenção das pessoas;
  • Reduz o esforço e custo necessários para se criar uma página na internet;
  • Se conecta com outros profissionais e explora seu network;
  • Se mantém informado sobre temas relacionados a marketing jurídico, inovação e empreendedorismo;
  • Conta com a qualidade de serviço e suporte ao cliente.

 

Confira já os nossos planos de assinatura e faça parte da MaxJus! 

A prospecção de clientes é uma das atividades mais importantes no ramo da advocacia, afinal são os bons fechamentos de contratos que mantém a saúde do negócio.

Ainda que muitos profissionais não dominem técnicas para captação e geração de demandas, é fundamental entender quais são os meios que podem gerar mais contatos para o advogado e definir estratégias assertivas para conduzir os potenciais clientes no funil de vendas. 

Você quer descobrir quais são os melhores canais de prospecção para oferecer suas soluções jurídicas? 

É isso que eu vou te contar durante todo nosso conteúdo, veja só:

  1. Tipos de prospecção 
  2. Melhores canais de prospecção para advogados
  3. Como melhorar sua prospecção de clientes
  4. A MaxJus pode ser uma ótima aliada nesse processo.

 

1. Tipos de prospecção 

Embora você seja um advogado que domine sua área de atuação, entenda que para prospectar clientes é necessário adquirir técnicas de vendas para desenvolver sua eficiência. 

Existem várias formas de fazer prospecção, mas é preciso escolher aquela que mais faz sentido para seu negócio. As mais conhecidas são:

  • Outbound;
  • Inbound;
  • Parcerias;
  • Indicação. 

Outbound

A prospecção outbound consiste na velha e conhecida técnica de abordar um potencial cliente sem que ele esteja esperando o seu contato. 

Geralmente essa técnica é realizada por meio de telefone ou presencialmente, e pode gerar muito esforço da pessoa que está buscando vender um produto ou serviço. 

Além desses meios de contato, as ações mais comuns de outbound são flyers, propagandas de TV e rádio e outdoors. 

No ramo da advocacia, a prospecção outbound não é recomendada (devido ao Código de Ética da OAB), ainda que não seja difícil encontrar profissionais que abordam potenciais clientes nos eventos, empresas e outros ambientes sociais. 

Inbound

Conhecido como marketing de atração, o inbound busca “encantar” o seu público por meio de ofertas. 

Assim, essa técnica auxilia o potencial cliente (que aqui chamamos de lead) na descoberta de sua dor, fazendo com que ele inicie uma jornada que será finalizada com uma solicitação de contato. 

Percebe a diferença do Outbound para o Inbound? Enquanto o primeiro age como um interruptor que inicia o primeiro contato, o segundo busca atrair e fazer com que a outra parte inicie esse relacionamento. 

A principal estratégia do empreendedor que utiliza o Inbound é educar seu público-alvo por meio de conteúdos de nutrição, assim ele auxilia na descoberta do problema que seu produto ou serviço poderá resolver.

A oferta do inbound ocorre prioritariamente no meio digital, através de conteúdos em sites e blogs, ebooks, vídeos, landing pages, e-mail marketing, etc. 

Parcerias

As parcerias são bastante comuns no meio jurídico. Aqui, quem faz a prospecção é um parceiro estratégico.

Esse modelo funciona bem para escritórios e sociedade de advogados. Profissionais autônomos podem sentir mais dificuldade de lucrar com a prospecção realizada por parceiros.

Indicações

O famoso “boca a boca” é muito vantajoso para o advogado que já possui uma carteira considerável de clientes.

Essas pessoas acabam se tornando vendedores do seu negócio, indicando seus serviços para amigos e familiares que buscam ajuda especializada. 

Para iniciar a prospecção por indicação, basta estabelecer um jeito de pedir novos contatos para seus clientes. Essa ação pode ser feita com formulários e mensagens via WhatsApp. 

Há também a possibilidade de pensar em incentivos, como programas de indicação, por exemplo. 

 

2. Melhores canais de prospecção para advogados

Sites

Ter um site que especifique quais são suas áreas de atuação, presença de depoimentos de clientes e meios de contato para as pessoas que queiram falar com você, sem dúvidas é um ótimo canal de prospecção. 

Blogs

O blog se assemelha a ideia do site, a diferença é que esse tipo de página geralmente é destinada para publicação de artigos e conteúdos mais extensos, que podem servir para uma estratégia de Inbound. 

E-mail marketing

O advogado que inicia sua base de contatos pode e DEVE pensar em estratégias de e-mail marketing. Aqui o interessante é que a personalização e interação auxiliam no relacionamento com esse cliente ou potencial cliente. 

Assim, se você já fechou um contrato anterior com a pessoa e continua disparando mensagens via e-mail marketing para ela, as chances dela se interessar novamente pelos seus serviços será muito maior. 

Anúncios e links patrocinados

A recente alteração no Código de Ética da OAB permitiu a utilização de anúncios em redes sociais e links patrocinados no Google para os advogados. 

Essa permissão é muito significativa, pois é fato que o impulsionamento pode aumentar a prospecção de clientes para o profissional do direito que atua no digital.

Plataformas de assinatura

Por último mas não menos importante, as plataformas de assinatura são uma ótima possibilidade para o advogado que ainda não dispõe de investimentos para iniciar seu próprio site ou blog.

Ao criar uma página de serviços em ferramentas como a MaxJus, o profissional pode utilizar o espaço para se apresentar ao mercado e fazer sua prospecção de potenciais clientes. 

 

3. Como melhorar sua prospecção de clientes

Independentemente dos canais de prospecção que você vier a escolher para iniciar sua busca por leads, segue algumas dicas para você otimizar esse procedimento e perceber melhores resultados a curto prazo:

  • Defina qual é o seu público-alvo ideal e evite desperdiçar tempo e dinheiro com quem você não quer atingir;
  • Organize os leads que chegarem e que serão contatados por você (um bom CRM pode auxiliar);
  • Estabeleça critérios para qualificar os leads e priorize sua atenção para quem tem mais possibilidade de fechar com você;
  • Defina a forma que fará contato com essas pessoas (telefone, WhatsApp, Telegram, e-mail, etc).

 

4. A MaxJus pode ser uma ótima aliada nesse processo

Ao fazer o cadastro na plataforma da MaxJus, o advogado tem ao seu dispor uma página de serviços que pode ser personalizada com uma foto de capa e perfil, além de deixar todos os seus meios de contato como telefone, e-mail e redes sociais.

Como o marketing de conteúdo é uma das técnicas mais indicadas para o mercado da advocacia, quem utiliza a MaxJus dispõe de um espaço para fazer publicações ilimitadas de artigos, notícias e até vídeos sobre temas que podem despertar o interesse dos clientes. 

Já para o cidadão que deseja contratar um profissional, a plataforma disponibiliza filtros personalizados por região e especialidade, o que possibilita conexões assertivas. 

Nós unimos demandas e soluções! Se você deseja desenvolver ainda mais seu contato com o público, não deixe de conferir os planos que disponibilizamos e suas inúmeras vantagens!

O marketing digital para advogado é uma ferramenta importantíssima para quem busca se destacar em um mercado tão competitivo. Para se ter uma ideia da necessidade latente de se destacar, vale reforçar o tamanho da concorrência: em 2019, a estimativa era de um advogado para cada 190 brasileiros. Felizmente, a internet é uma ótima ferramenta para aqueles que desejam alcançar e se comunicar com o público. 

Entre as estratégias de marketing digital mais indicadas para advogados, manter um blog ativo é uma das que têm ganhado mais protagonismo, pois seu formato possibilita que seja mais informativo que outras formas de conteúdo (como os posts em redes sociais, por exemplo).

Entretanto, escrever os artigos para seu portal nem sempre é uma tarefa fácil, e o primeiro desafio pode surgir logo de cara, ao precisar escolher um tema. Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem te ajudar muito a se inspirar nesse momento. Então, que tal ler tudo até o final e depois nos contar nos comentários se alguma dica foi útil para você?

Marketing digital para advogado: comece escolhendo o objetivo do seu post.

Você já ouviu falar no Funil de Vendas (ou Pipeline)? Trata-se de um modelo estratégico criado para mostrar a jornada do cliente, desde o primeiro contato com seu escritório até o fechamento do negócio.

O funil de vendas é dividido em etapas que estão diretamente ligadas à jornada de compra. 

marketing digital para advogado

Funil de Vendas representa o momento de compra do público e auxilia a direcionar a abordagem do conteúdo.

 

Quem está no topo do funil, ainda está na fase de aprendizado ou descoberta, o que significa que ele ainda está descobrindo sua necessidade a ser resolvida. Nessa fase, seu conteúdo deve atrair e despertar a consciência sobre o problema.

Já aqueles que se encontram no meio do funil, têm consciência do problema, mesmo que não saibam como resolvê-lo. Sua função é construir um conteúdo informativo, com dicas que ajudem a entender o que precisa ser feito.

Por fim, aqueles que se encontram no fundo do funil, já estão plenamente conscientes do problema e em um um bom grau de maturidade para conversar com você e sua equipe sobre o que podem fazer pelo caso em questão. Nesse estágio, é importante que você construa conteúdos que reforcem sua credibilidade e te posicionem como referência na área, como cases e premiações.

Vale ressaltar que qualquer conteúdo criado deve seguir o Código de Ética da OAB, que foi atualizado em 2021, e sobre o qual já discorremos em outro artigo. Você também pode conferir um e-book que explica as mudanças preparado pela própria instituição.  

Confira os assuntos que têm chamado a atenção dos internautas!

Agora que você já definiu o objetivo do seu post, é hora de buscar insights pela internet. 

Acesse os principais portais de notícias para verificar quais são as mais lidas, assim como o Google Trends, que mostra as tendências de buscas no site, e também os Trending Topics do Twitter. Assim, você conseguirá ter uma ideia de o que o público quer saber e como aquilo pode se relacionar com a sua área de especialidade.

Escolha as palavras certas

Após listar alguns temas interessantes baseados na pesquisa do público, é importante pesquisar palavras-chave que otimizem o processo de localização do seu conteúdo nos motores de busca, como Google, Bing, Yahoo!, e outros.  

Para isso, o Google Keyword Planner pode ser uma mão na roda. Outras boas opções são, o Ubersuggest, do Neil Patel, e o SemRush que, apesar de pagos, contam com versões gratuitas (limitadas) muito úteis, que podem te ajudar a entender o volume de busca sobre uma determinada palavra, assim como a dificuldade em conseguir colocar seu artigo, focado nela, em uma boa posição

Você também pode usar essas ferramentas para analisar outros sites que tratem dos mesmos assuntos para buscar inspiração em seus conteúdos!

Linguagem também é importante

É possível que você já esteja muito acostumado a lidar com outras pessoas com amplo conhecimento em direito, por isso lidar com linguagem técnica já se tornou algo natural. Entretanto, essa não é a realidade da maior parte do seu público

É por isso que, ao escolher o tema, você deve se perguntar se é possível abordá-lo com uma linguagem simplificada, que facilite a compreensão por parte de quem é leigo no assunto. Um artigo bem informativo, com um tema interessante, mas que falha em ser claro ao leitor com quem você quer se comunicar, provavelmente não atingirá os objetivos para os quais foi escrito.

Uma boa forma de alcançar a linguagem ideal é adotar um conceito do marketing digital chamado de “definição de persona”. Resumidamente, trata-se de criar um personagem fictício (de preferência, com base em dados comportamentais reais) que representa seu cliente ideal e alinhar suas estratégias de marketing digital para advogado de acordo com as demandas dele

Veja um exemplo simples de persona para visualizar melhor esse conceito:

Gabriel, 34 anos: é comerciante, casado, largou a escola antes de completar o ensino médio, MEI, cuida sozinho da mãe viúva e suspeita que ela não recebe tudo a que tem direito em sua aposentadoria.

E então? Como você conversaria com Gabriel? Pense nele durante a execução de seu texto! Agora que você já tem um ponto de partida para escolher os temas dos seus artigos, é hora de começar a praticar e otimizar seu marketing digital para advogado. E se você deseja desenvolver ainda mais seu contato com o público, não deixe de conferir os planos que disponibilizamos e suas inúmeras vantagens!

Sobre o Autor

Hilton Júnior é redator freelancer, com experiência em agências de marketing digital. Para conhecer mais sobre seu trabalho, confira o seu LinkedIn!

O antigo Provimento 94/2000, que regulamentava a publicidade dos advogados e escritórios de advocacia, foi revogado pelo atual Provimento 205/2021, em julho de 2021.

Em suma, o novo instrumento reconheceu a licitude do marketing jurídico digital de conteúdo e trouxe esclarecimentos a algumas situações específicas que até então eram discutidas perante os Tribunais de ética estaduais.

De fato, o próprio reconhecimento do vocábulo “marketing jurídico de conteúdo” é um avanço. Por muito tempo os advogados evitaram nomear a publicidade jurídica como marketing para evitar qualquer viés de propaganda profissional.

É criterioso destacar que o marketing jurídico deve ser de conteúdo informativo, jamais divulgando informações como honorários, formas de cobrança, dados de casos concretos, estimulando ao litígio, ou com a exposição de dados específicos da sociedade de advogados (como a dimensão, estrutura, rankeamento e prêmios do escritório de advocacia).

A nova regulamentação abriu para os advogados o uso do marketing digital, permitindo a publicidade por anúncios pagos ou não, uso do Google Ads, participação em lives, a divulgação de imagens, vídeos ou áudios contendo a atuação profissional (em audiências e sustentações orais, por exemplo) e chatbots para questões preliminares.

Não houve restrição ao uso de nenhuma rede social, mas sim a permissão para o uso de QR Codes nos cartões de visita, distribuição de brindes, materiais impressos em eventos de interesse jurídico e a veiculação de que o trabalho é realizado em coworkings.

É claro que continuam vigentes os limites aos preceitos éticos e estabelecidos no Estatuto da OAB, Regulamento Geral , Código de Ética e no próprio Provimento. Deve ser mantida a discrição e sobriedade, inclusive no perfil pessoal do advogado, evitando-se a mercantilização e concorrência desleal com os demais colegas.

 

Sobre o autor

Durante os últimos 20 anos, Marco Livoti trabalhou em multinacionais do setor de máquinas agrícolas, tais como JF, Vermeer, Storti e CLAAS, nas quais atuou como gerente de comércio exterior, abrindo e capacitando concessionários em mais de 44 países.

Hoje é treinador, coach e palestrante, tendo como carro-chefe o programa de treinamento intitulado “Vendedor do Futuro”, destinado a incrementar a performance de equipe de vendas.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Marco, acesse seu site clicando aqui!

Desenvolver um site para advogados envolve diversas habilidades e estratégias. Muitos advogados se preocupam com custos e com o design do site, mas existem outras questões importantes que podem afetar o desempenho do site e os objetivos da estratégia de marketing jurídico digital.

Uma dessas questões é o relacionamento do seu site com o Google. O Google é otimizado para fornecer sempre os melhores conteúdos e experiências ao usuário. Se seu site não está modelado para se enquadrar bem ao funcionamento do Google, você sai perdendo.

Confira as nossas 10 dicas para desenvolver ou contratar um site para advogados ideal para o projeto de marketing jurídico digital do seu escritório de advocacia.

1. Faça seu site em WordPress

Nós recomendamos que o seu site seja feito no WordPress, pois essa é uma plataforma que dá muitas possiblidades de inserção de plugins e outras técnicas de modelagem que vão ajudar seu site a performar melhor no Google.

É muito importante que o design da sua programação seja feito de uma forma que vai fornecer a melhor experiência ao usuário, não necessariamente para você ou para sua equipe.

Se seu site não fornece uma boa experiência, o Google vai preferir outros que fornecem, e assim, seu site não ranqueará bem em buscas do Google.

2. Tenha diversas páginas dentro do seu site (de forma estratégica!)

Fazer um site com páginas específicas para cada área do direito que você atende, ou para cada solução jurídica que você fornece, deixará seu site melhor “instruído” para que o algoritmo do Google o leia.

Assim, você aumenta suas chances de aparecer perante seu potencial cliente quando ele fizer uma busca mais específica.

Deixe claro quais são os segmentos do Direito que você atende, qual a sua clientela (indústria, comércio, pequenas empresas, famílias, pessoas físicas, servidores públicos). Cada área ou serviço pode ter sua própria página, com um texto detalhado explicando os problemas que seu escritório resolve.

Esses textos vão indexar melhor no Google, pois os robôs do Google vão identificar os conteúdos dentro da página de cada área jurídica ou solução jurídica.

3. Fazer um site em HTTPS 

O site em “https://” é lido como seguro e confiável pelo Google. Fazendo o seu site para advogados em “https://”, ele vai te indicar mais vezes para os usuários.

4. Escolha com cuidado a hospedagem do seu site para advogados

Escolha um serviço de hospedagem que proporciona rapidez no carregamento do site. Isso melhora a experiência do usuário.

Dessa forma, o Google vai referenciar seu site na frente que outros que proporcionam uma experiência de navegação pior.

5. Use técnicas de SEO nos conteúdos do seu site para advogados

O SEO (Search Engine Optimization) usa técnicas de semântica e modelagem de programação (como: uso de repetição, palavras-chave, palavras de transição etc), para melhorar o desempenho dos seus conteúdos textuais de acordo com os algoritmos de busca.

Por isso é importante que os conteúdos do seu site usem SEO. E essa regra vale tanto para os conteúdos das páginas do site (página inicial, áreas de atuação, página de contato etc) quanto para os blog posts.

Quanto mais detalhado você puder ser com relação aos seus serviços, melhor o Google entenderá o problemas que o seu escritório resolve.

6. Use o plugin Yoast SEO

O plugin Yoast SEO dá condição de medir o uso de técnicas de SEO do seu site, fazer metadescriptions (descrição do que cada página tem), slugs (URLs de cada página) e gerenciar os conjuntos de palavras-chave por página.

Tudo isso ajuda os robôs do Google a identificarem melhor o conteúdo de cada página e entregar o conteúdo para o usuário.

7. Ter um blog de produção de conteúdo dentro do seu domínio

Evite ao máximo ter um blog em domínios, sites ou plataformas externas. Concentre seu conteúdo no seu próprio site. E ainda se possível, tenha um blog específico para viabilizar uma newsletter de WhatsApp.

Você pode trabalhar com duas opções de newsletter: uma para ser enviada por e-mail e outra para ser enviada por WhatsApp. Essa segunda requer que você tenha uma página de blog específica.

8. Implementar um sistema de inbound marketing

inbound marketing é a principal estratégia do marketing jurídico. Ela trabalha com um fluxo de conteúdos orientado para vendas, baseando-se na ideia de um funil. No decorrer deste funil, vamos nutrir e qualificar os leads (contatos) até que eles estejam prontos para contratar o serviço do advogado.

Um sistema de inbound marketing vai poder administrar esse fluxo, por meio do disparo de e-mails, de forma automatizada, conforme o estágio de cada lead no funil, e conforme o seu próprio consentimento.

Assim, além de automatizar a sua estratégia (tornando-a mais rápida e menos trabalhosa), um sistema de inbound marketing como o RD Station, por exemplo, vai garantir que seu escritório esteja fazendo marketing em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

9. Instalar um código do Google Analytics

O Google Analytics é um serviço gratuito do Google que ajuda a gerenciar a performance do seu site para advogados e obter métricas importantes para o aperfeiçoamento da sua estratégia de marketing jurídico.

Com ele, você poderá saber, por exemplo, qual página está recebendo mais visitas e de onde estas visitas estão vindo.

10. Instalar o Google TAG Manager

O Google Tag Manager ajuda no controle das conversões das campanhas do Google Ads. Dessa forma, você poderá saber quais dos seus investimentos estão dando mais resultado.

Lembramos que, pelo novo Provimento do Conselho Federal da OAB, esse tipo de anúncio pago é permitido no marketing jurídico.

Conclusão

Esperamos que tenha gostado dessas 10 dicas para os sites dos advogados!

Este é um conteúdo informativo feito com base na nossa experiência de mais de 16 anos em marketing jurídico.

As plataformas e serviços aqui mencionados são recomendados com base na nossa rotina de trabalho e os resultados que observamos nas nossas estratégias, não tendo a finalidade promocional de nenhum desses serviços.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

Ao longo de duas décadas de história, e inúmeras marcas e identidades visuais para o mercado jurídico criadas aqui na agência, há uma pergunta que sempre aparece nas salas de reunião: se o profissional ou o escritório de advocacia são prestadores de serviço, e como costumeiramente acontece com esse tipo de negócio, eles têm um histórico de crescimento da sua carteira de clientes embasado na indicação (ou o famigerado boca a boca), por que é preciso investir em uma marca ou em um trabalho de identidade, digamos, mais profissional?

Bom, os motivos são vários, mas aqui nesse artigo em questão, o intuito é trazer de forma prática três pontos principais e técnicos do por quê uma identidade visual bem construída faz muita diferença no vasto mercado jurídico.

O primeiro ponto que considero fundamental é a DIFERENCIAÇÃO e PERSONALIDADE.

Assim como vemos em diversos segmentos de produtos ou serviços, identidades visuais carregam também um “DNA” de qual categoria pertencem.

Basta uma voltinha nos corredores do supermercado para constatar essa afirmação. Sabões em pó e produtos de limpeza em geral trazem em seus logotipos, letras em negrito para transmitir a sensação de força contra a sujeira e geralmente em itálico (inclinadas) para remeter à rapidez e praticidade prometidas.

Mas e em escritórios de advocacia ou profissionais/empresas do setor jurídico, essa dinâmica acontece e aparece da mesma maneira? Bom, com base em uma pesquisa rápida em qualquer buscador na internet e na experiência de mercado, a resposta é SIM.

Começando pela escolha do nome do escritório -base de toda identidade – por exemplo, é quase uma unanimidade encontrarmos sobrenomes combinados ou iniciais dos proprietários em pelo menos 80% dos casos. Na parte visual, tipografias com letras serifadas, cores mais fechadas e símbolos com a balança representadas de diferentes formas.

Isso nos indica duas coisas: a primeira é que existe uma identidade culturalmente (bem) construída pelo segmento e hoje assimilada por todos. Porém olhando por uma outra óptica, poderíamos dizer que este segmento está utilizando de soluções já consagradas e portanto, trazendo aos respectivos proprietários pouca diferenciação ou personalidade.

Vale lembrar que não estamos aqui julgando se este é o melhor caminho ou solução. Apenas trazendo um cenário para refletirmos sobre este tópico. Ou seja, se pretendo me destacar ou construir minha própria personalidade de marca, é importante que eu ou minha empresa, sejamos notados e percebidos como pertencentes ao segmento que estamos.

Neste caso, utilizar elementos, símbolos ou ícones que sejam já estabelecidos e facilmente identificáveis pelo público-alvo é um caminho “mais certo” e talvez o mais curto. Mas é o melhor?

Para responder a essa pergunta acho que podemos abordar o segundo ponto fundamental: a UNICIDADE.

O conceito de pertencimento de forma geral diz que para fazer parte de um grupo, é preciso ter alguns parâmetros de similaridade.

Para ilustrar o que quero dizer, podemos pegar os exemplos que são os encontrados em nichos estereotipados e aceitos pelo senso comum, como descrever um executivo com “terno e uma pasta”. Uma skatista com calças largas e boné, e por aí vai.

Mas quando o assunto é ser único, podemos dizer que não é apenas pela diferenciação visual que essa leitura virá.

Este é um equívoco muito comum e que muita gente comete: achar que o branding é o logotipo ou só a parte visual. De fato é uma parte super importante do branding e que materializa, de certa forma, a proposta da empresa, do profissional ou do produto.

É como olhar alguém, e pelo jeito como se veste, ter uma ideia de quem aquela pessoa é. Pode ser uma evidência, mas definitivamente não é o todo.

O branding traz consigo vários atributos de marca, como sua forma de falar, quais são seus valores, sua sonoridade, seu cheiro, quais causas apoia genuinamente, que tipo de conteúdo posta em suas redes sociais, etc. Isso só pra citar alguns itens desse vasto universo, que acabam tornando uma empresa personificada, cujo nome técnico é mais conhecido como antropomorfismo.

Mas calma. A ideia aqui não é falar difícil ou confundir ninguém. Só apresentar o mundo de possibilidades do branding, que começa, invariavelmente com uma representação gráfica adequada.

Pra fazer uma analogia bem humorada, é escolher a roupa certa para a audiência. Ir de tênis e bermuda, principalmente pensando no ambiente que irá frequentar, certamente não passará a melhor imagem, mesmo sendo o profissional mais gabaritado ali.

O terceiro e derradeiro ponto fundamental é o TEMPO.

Como o termo branding, que define estas estratégias de construção de marca vem do original em inglês, é relevante e interessante notar que se trata de um gerúndio. Ou seja, empresas são vivas e suas respectivas marcas assim também precisam ser.

Significa que é um trabalho contínuo, incessante e que seus frutos aparecem a longo prazo com trabalho realizado no dia a dia. Sem fórmula mágica ou atalhos.

Desta forma, podemos dizer que, quanto antes e de forma mais estratégica e profissional a marca for cuidada, incluindo sua concepção, antes ela irá transformar seus resultados junto aos canais de relacionamento e pontos de contato com o consumidor, que serão muito mais efetivos, bem como seus ganhos potenciais como rentabilidade, fidelidade e tomada de decisão dos clientes virão mais rápidos e assertivos.

“Mas já tenho minha marca há anos e nunca me atentei para isso, o que devo fazer?” 

A resposta é simples: antes tarde do que nunca. E a boa notícia é que nunca é tarde para cuidar da marca.

Uma revitalização, um ajuste ou mesmo uma mudança radical – o que fizer mais sentido no diagnóstico – mostrará para o mercado, para os clientes e para os funcionários que aquela empresa continua moderna, em evolução e com “fome”. Atributos que, como já vimos, fazem total sentido com o discurso dos pilares que vimos neste artigo.

Sobre o autor

Júnior Biasoli é Sócio Diretor da Dote Publicidade, agência especializada com diversas premiações da área.

Para conhecer mais sobre o trabalho da Dote, acesse seu site clicando aqui!

O que você, advogado, faz depois de uma reunião com um possível novo cliente? Já ouviu falar em “follow-up de vendas” para fechar novos contratos? Sabe o que é e por que é tão importante? Descubra mais sobre o assunto acompanhando o texto até o final!

O que dizem os números

A maior parte dos fechamentos não acontece no primeiro, nem no segundo, terceiro ou quarto contato. Pesquisas demonstram que cerca de 80% dos casos de sucesso ocorre entre o quinto e sétimo contato! Sim, é isso mesmo!

60% dos clientes dizem não quatro vezes antes de dizer sim. No entanto, 48% dos vendedores nunca fazem, sequer, o segundo contato.

Os números usados neste artigo são de estatísticas da área de vendas, pois não existem pesquisas específicas para advogados. Mas se pensarmos na atuação advogados, é fácil perceber que não se usam técnicas legais de prospecção na área da advocacia. Aliás, os advogados tem dificuldade de visualizar a advocacia como um negócio e não gerenciam seus escritórios como uma empresa.

Pois bem, advogado, é um grande erro desistir nos primeiros contatos para investir energia em novos potenciais clientes.

Como fazer follow-up para conquistar um novo cliente?

Seguem algumas sugestões:

a) Ligue ou compareça à reunião no horário especificado e combinado com a pessoa. Não telefone ou apareça de surpresa: 42% das pessoas dizem se sentirem mais incentivadas a negociar se o contato ocorrer em um horário que estiverem “abertas” à conversa;

b) Dê espaçamento entre os contatos. Quando o que se oferece é algo mais caro e que depende de uma maior relação de confiança, como os serviços advocatícios, o “namoro” costuma ser mais longo e os contatos mais espaçados: 20% das vendas comuns dependem de um contato superior a 12 meses, para se ter uma ideia;

c) Responda às dúvidas do potencial cliente rapidamente: 35 a 50% das pessoas fecham com o fornecedor que responde primeiro;

d) Ouça mais, fale menos. Isso favorece uma conexão emocional com a outra parte (lembrando que contratar é uma ação movida pela emoção e não pela razão).

Por exemplo, quando for conhecer uma nova empresa, interesse-se pela história do empreendimento, pergunte sobre o mercado dos serviços vendidos, interesse-se pelos procedimentos internos e casos de sucesso da empresa, ao invés de apenas expor teses jurídicas. Quase 60% das pessoas sentiriam-se mais encorajadas a fechar um negócio se não se sentissem pressionadas ou incomodadas;

e) Treine algumas respostas para contornar alguns tipos de objeções prontamente,

f) Utilize alguma ferramenta de controle de follow-up (como, por exemplo, software jurídico que permita gerenciar os contatos com potenciais clientes).

Temos a tendência a pensar que fizemos mais contatos ou que o fizemos há menos tempo do que a realidade. Além disto, é importante manter o histórico e evolução dos contatos para não ser repetitivo ou omisso.

fonte: Hubspot

A arte de conquistar novos clientes envolve bom senso, envolvimento, paciência e organização. Com a cadência adequada é possível aumentar a sua carteira de clientes de uma forma saudável e nos limites do Estatuto de Ética e Disciplina da advocacia.

Sobre o autor

Marco Livoti trabalhou durante os últimos 20 anos em multinacionais do setor de máquinas agrícolas, tais como JF, Vermeer, Storti e CLAAS, nas quais atuou como gerente de comércio exterior, abrindo e capacitando concessionários em mais de 44 países.

Hoje é treinador, coach e palestrante, tendo como carro-chefe o programa de treinamento intitulado “Vendedor do Futuro”, destinado a incrementar a performance de equipe de vendas.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Marco, acesse seu site clicando aqui!

O que seu escritório de advocacia está fazendo para integrar o marketing jurídico à LGPD?

LGPD está em vigor desde setembro de 2020, e a partir de agosto de 2021, a ANPD já pode aplicar sanções a quem não cumpre a Lei. Seu projeto de marketing jurídico já está ajustado a essa realidade?

Neste artigo, vamos elencar 10 ações práticas que seu projeto de marketing jurídico deve ter para se adequar à LGPD, e ao mesmo tempo, avançar para o inbound marketing, que é a principal estratégia de marketing jurídico digital.

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Como integrar o marketing jurídico à LGPD: 10 ações essenciais

1º item: transparência

Deixe muito claro para os leads que entrarem no seu site o que você vai fazer com os dados que serão capturados.

Seja claro sobre a forma de comunicação também.

2º item: formatar a política de privacidade

No seu documento de Termos de Uso e Política de Privacidade, devem constar todos os itens referentes à “relação” do seu escritório (que, virtualmente, é representado pelo seu site) com as pessoas que acessam seu site e seus conteúdos. Deve ser como um contrato que rege a comunicação, determinando: quais serão os dados colhidos, qual será a frequência e a forma de comunicação, a finalidade do uso dos dados, entre outros itens.

Essa Política deve estar disponibilizada no seu site, por meio de um link exclusivamente dedicado a ela. Ela deve ser referenciada nos formulários de inscrição e downloads de conteúdos.

3º item: sistema de inbound marketing para integrar o marketing jurídico à LGPD

Ter um software de inbound marketing vai melhorar a sua estratégia de relacionamento, automatizando os passos do funil de vendas. Ao mesmo tempo, o software vai fazer o trabalho de gerenciamento do controle dos consentimentos requeridos pela LGPD.

4º item: consentimento de base legal para novos entrantes

Tenha um checkbox para que as pessoas que acessam o seu site autorizem a comunicação do seu escritório com ele, segundo as orientações e as regras da sua Política de Privacidade.

Esse checkbox deve estar acessível e ser de clara compreensão. Cada visitante do site deve visualizá-lo para poder marcá-lo no mesmo momento em que for preencher o formulário para baixar seu e-book, receber seu e-mail marketing, ou realizar qualquer ação de conteúdo que você oferecer.

5º item: consentimento retroativo

A LGPD também se aplica àquela base de clientes antiga que você eventualmente tenha. Mas com esses contatos, o consentimento pode ser obtido de forma diferente: por meio do consentimento retroativo.

Antes, porém, recomendamos que você faça uma higienização da sua base de e-mails. Delete contatos velhos, antigos e inativos.

Depois, inicie uma campanha de comunicação (por e-mail, pop ups no site, posts em redes sociais, ou outras ações) para requerer consentimento retroativo.

Esse requerimento pode se dar mediante um simples botão, mas mesmo assim, é preciso disponibilizar o link da Política de Privacidade, ainda que o cliente não venha a lê-la por completo.

6º item: base legal por legítimo interesse

Uma outra forma de registrar o consentimento de contatos atuais e antigos, para fins legais, é fazer uma análise da sua base de dados. Identifique quais são os clientes que se comunicam com você frequentemente, abrem seus e-mails, enviam mensagens. Para esses clientes, não é preciso pedir o consentimento.

7º item: minimize os dados coletados ao integrar o marketing jurídico à LGPD

No marketing, existe uma teoria: “Quanto menos coisas você pedir para as pessoas, mais leads vai conseguir.”

Então, não peça muitas informações. Priorize aquilo que é realmente importante para sua estratégia de comunicação, como:

  • nome (você vai chamar seus clientes pelo nome nos e-mails),
  • e-mail (para enviar os conteúdos),
  • e em alguns casos, o telefone (para enviar mensagens ou ligar para oferecer o agendamento de uma reunião ou um serviço).

8º item: evite dados pessoais sensíveis

Evite dados que caracterizem as pessoas, como cor dos olhos, religião, orientação sexual etc. Para o marketing jurídico, você não precisa disso nesse momento.

9º item: fortaleça a segurança da informação

Resguardar a sua base de dados é fundamental.

Tenha firewalls e sistemas antivírus em seus servidores. Limite o número de pessoas que têm acesso aos dados dos leads e clientes, treine essas pessoas e garanta que elas saibam os cuidados necessários que devem ter com o tratamento de dados, nos termos da LGPD.

10º item: opt out (descadastramento)

Disponibilize a opção do opt out (descadastramento) em todas as suas comunicações por e-mail.

A maioria dos softwares de disparo de e-mails já traz essa opção automaticamente, mas certifique-se de que é o caso do software que você está usando.

É direito das pessoas deixar de receber as comunicações a qualquer momento, então essa opção precisa ser oferecida a elas de forma clara e simplificada.

Artigo postado originalmente no blog da In Company.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

Muitas pessoas perguntam como seria um plano básico de marketing jurídico. Embora não exista uma fórmula pronta, temos um projeto básico para te ajudar a visualizar as principais etapas e estratégias para ter uma marca jurídica, uma presença digital e começar a gerar resultados com marketing jurídico.

Confira um plano básico de marketing jurídico em 3 dicas e veja como começar!

Prefere assistir este conteúdo em vídeo? Clique aqui

Qual é o plano perfeito de marketing jurídico?

A princípio, a resposta para essa pergunta é a mesma que você, advogado, já conhece muito bem: Depende!

Depende de uma série de fatores:

  • a sua área (ou áreas) de atuação;
  • sua região geográfica;
  • seu público alvo;
  • a maturidade da sua marca;
  • a autoridade que você já alcançou.

Mas existem dicas gerais importantes que podem se aplicar a qualquer caso.

Neste artigo, vamos apresentar um tripé básico para você começar no marketing jurídico.

Formate a parte institucional e branding

Todo escritório deve ter uma marca com identidade definida para se posicionar no mercado, mostrar os seus valores e ter uma ligação com seu público alvo.

Essa definição é muita profunda e depende primeiramente dos objetivos e características particulares de cada advogado e escritório.

Mas em termos de comunicação, essas definições são expressas por meio de aspectos tangíveis, como logotipo e identidade visual estampados em:

  • papelaria timbrada;
  • assinatura de e-mail;
  • arquivos Word timbrados para peticionamento;
  • folders digitais do seu escritório em formato PDF pra enviar por WhatsApp ou e-mail.

Tenha um domínio próprio na Internet

É essencial ter o seu domínio (website) e uma conta de e-mail associada a esse domínio (por exemplo: advogado@escritorio.adv.br). Isso denota autoridade e profissionalismo.

Também é importante ter uma assinatura de e-mail, padronizando as suas respostas.

Mas não basta comprar um domínio: o site deve ter uma modelagem e programação adequada a técnicas de marketing digital, como SEO e um sistema de blog.

Investir em SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas) é fundamental para indexar seu site e seus posts ao Google. Esse investimento pode sair mais caro do que a aquisição e desenvolvimento de um site básico, mas ele traz um melhor retorno (sobretudo no médio e longo prazo).

Sem esse investimento, eventualmente você notará que o site está “perdido na Internet”, sem atrair tráfego, e vai desejar fazer um segundo site. Ou seja: será uma estratégia barata, mas que pode sair mais caro em breve.

Comece a investir em ferramentas de marketing digital – inbound marketing jurídico

Para que todo esse valor e investimento seja percebido pelo mercado, aposte no marketing digital com as técnicas de inbound marketing jurídico.

O inbound marketing é focado na atração de audiência por meio de conteúdo informativo desenvolvido para ser relevante para uma persona (perfil do seu público alvo).

Esse é o principal motivo pelo qual o inbound marketing é o que mais se alinha com as diretrizes e permissões da OAB. Ele não promove serviços, apenas entrega informação.

  • Comece a publicar notícias e artigos informativos;
  • Escolha as redes sociais que têm mais aderência com o seu público alvo;
  • Para os conteúdos mais longos (acima de 400 palavras), poste primeiro no seu blog, depois nas redes sociais. Ao postar nas redes, convide e direcione o público para ler o conteúdo completo no seu blog.

Conclusão: continue se aprofundado no marketing jurídico

Nesse artigo, você conferiu um plano básico de marketing jurídico. Serviu para te fornecer uma noção de como começar e quais são os pontos mais importantes dentro da estratégia.

Naturalmente, isto é apenas um começo. Cada ponto pode ser destrinchado em dezenas de outros pontos.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

Advogado, você sabe a diferença entre marketing, publicidade e propaganda na advocacia? Muita gente confunde esses conceitos. É fundamental diferenciá-los para fazer marketing jurídico e saber quais ações tomar para não ferir o Código de Ética da OAB.

Confira uma explicação prática e entenda a diferença entre marketing, publicidade e propaganda na advocacia!

 

 

Marketing é maior que publicidade e propaganda

O marketing faz parte da estrutura fundamental da gestão de qualquer empresa ou escritório de advocacia. Está ligado à gestão da entrega do produto ou serviço, pois o marketing deve estar alinhado à estratégia do produto, o seu público alvo, preço, região geográfica de venda — e, no caso da advocacia, deve estar alinhado com as áreas do Direito em que o escritório atua, a persona, as soluções jurídicas oferecidas.

No momento em que você abre seu escritório de advocacia, você está fazendo marketing, pois marketing é atuação no mercado. Se você quer atuar no mercado, deve prestar um serviço que satisfaça a necessidade de alguém. Também vai precisar definir os elementos conhecidos como “os 4 P’s do mix de marketing”:

  • produto;
  • preço;
  • praça (localização);
  • promoção – comunicação.

Mas a forma como a comunicação é distribuída e executada pode ser feita como publicidade ou como propaganda.

O Código de Ética da OAB não admite a propaganda, mas admite a publicidade advocatícia.

O que é publicidade?

A publicidade advocatícia tem cunho informativo. Sua finalidade é tornar pública uma informação. Essa informação pode ser sobre um tema jurídico, ou sobre o seu escritório.

Pode ser transmitida por meio de um blog post, um post de rede social, um site, um e-book. É aquele conteúdo feito para ajudar um empresário a entender melhor um assunto do Direito Trabalhista (sem oferecer orientações), ou um conteúdo feito para informar que seu escritório agora também atende demandas de Direito Previdenciário, por exemplo.

A publicidade jurídica é permitida, pois tem cunho meramente informativo, educativo. Ela serve para educar, transmitir informações, ou tornar público um conceito sobre seu negócio. Ela não oferece nenhum serviço.

O que é propaganda?

Por sua vez, a propaganda tem natureza de promoção de vendas. É por isto que o Código de Ética da OAB não permite que se faça propaganda, ou ações de captação de clientela, a fim de não descaracterizar a natureza do serviço jurídico.

Diferença entre publicidade e propaganda na advocacia

É claro que a publicidade advocatícia feita de forma ética também busca vender. Isso não é um problema. O problema acontece quando a publicidade apresenta, oferece um produto ou serviço. Se faz isto, ela se transforma em propaganda.

A publicidade é uma informação, a venda deve ser uma consequência natural dela, uma finalidade indireta. Sua finalidade direta é a transmissão de conhecimento, iniciação de relacionamento, gerar valor para a marca, fazer com que ela seja percebida pelo público.

Juntando a publicidade com outras estratégias como o inbound marketing, temos o marketing jurídico.

Quais estratégias a publicidade advocatícia e o marketing jurídico usam?

  • Apresentações institucionais;
  • Site jurídico;
  • Landing pages especiais;
  • Blog;
  • Redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn, Clubhouse);
  • Vídeos;
  • Webinars;
  • Podcats;
  • Palestras;
  • E-books;
  • Newsletter jurídica;
  • Eventos digitais e offline;
  • Relacionamento;
  • E muito mais.

Recursos gratuitos e recursos pagos da publicidade advocatícia

A propaganda digital normalmente é paga.

A publicidade geralmente não é, mas pode ser. Por exemplo: impulsionamento de posts nas redes sociais, compra de palavras chaves no Google Ads.

Falando especificamente sobre o Google Ads, existe uma polêmica quanto a ele se enquadrar como publicidade ou propaganda.

O Google Ads é um catálogo de informações posicionadas nos locais certos para ganhar visibilidade. Ela não precisa ser uma propaganda: pode ser apenas um anúncio sobre seu escritório e as áreas que ele atende.

Artigo postado originalmente no blog da In Company.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!