A importância da gestão financeira eficiente para o crescimento sustentável do seu escritório de advocacia

O sucesso de um escritório de advocacia não depende apenas de conhecimento jurídico e habilidades técnicas, mas também de uma gestão financeira eficiente.

Uma gestão financeira adequada é essencial para garantir a saúde financeira do escritório, permitindo um crescimento sustentável a longo prazo.

Neste artigo, iremos explorar a importância da gestão financeira para o crescimento do seu escritório de advocacia, fornecendo dicas, sugestões e exemplos práticos para ajudá-lo a alcançar essa meta.

1. Estabelecendo um controle financeiro sólido:

Para garantir uma gestão financeira eficiente, é fundamental ter um controle sólido sobre as finanças do seu escritório de advocacia.

Isso inclui a criação de um orçamento detalhado que abre os custos operacionais, despesas fixas, declarações e projeções de receita.

Monitore regularmente esses números para garantir que o escritório esteja operando dentro das expectativas financeiras e tome medidas corretivas, se necessário.

2. Gerenciando o fluxo de caixa:

O fluxo de caixa é o combustível que impulsiona o crescimento do seu escritório de advocacia.

Um gerenciamento eficiente do fluxo de caixa envolve a gestão de entradas e saídas de recursos financeiros. É importante acompanhar de perto os pagamentos de clientes, estabelecer políticas de cobrança eficazes e tratar de forma proativa as questões relacionadas à inadimplência.

Manter um fluxo de caixa saudável permitirá que o escritório honre seus compromissos financeiros e tenha capital disponível para investir em seu crescimento.

3. Precificação estratégica de serviços jurídicos:

Determinar preços justos e estratégicos é fundamental para uma gestão financeira em um escritório de advocacia.

Considere o valor agregado que seu escritório oferece, a experiência e a especialização dos profissionais, bem como as práticas do mercado.

Uma precificação adequada garantirá um equilíbrio entre o valor entregue aos clientes e a sustentabilidade financeira do escritório.

4. Controle de custos e despesas:

Controlar custos e despesas é essencial para uma gestão financeira adequada de um escritório de advocacia.

Analise regularmente os gastos operacionais, identificando áreas onde é possível reduzir custos, como despesas administrativas, aluguéis ou custos com tecnologia.

Busque alternativas mais animadoras, negocie com fornecedores e esteja atento a possíveis desperdícios financeiros. Esse controle permitirá que o escritório utilize seus recursos de forma mais eficiente, garantindo maior rentabilidade.

5. Aproveitando a tecnologia:

Os avanços tecnológicos oferecem inúmeras oportunidades para melhorar a eficiência e a eficácia da gestão financeira em um escritório de advocacia.

Invista em soluções de software específicas para a gestão financeira, como sistemas de faturamento e controle de tempo, que permitirão um melhor acompanhamento das receitas, despesas e desempenho financeiro.

Além disso, aproveite as ferramentas digitais para realizar transações financeiras de forma segura, gerenciar documentos eletronicamente e facilitar a comunicação com os clientes.

Um exemplo prático para colocarmos em prática o que abordamos acima, considere um escritório de advocacia que implementa práticas de gestão financeira.

Eles estabeleceram metas financeiras claras, conseguiram uma análise detalhada de custos, encontraram áreas onde era possível reduzir gastos desnecessários e otimizaram seus processos de cobrança.

Além disso, investiram em um software de gestão financeira especializado, facilitando a rastreabilidade de despesas, a emissão de faturas e o monitoramento do fluxo de caixa.

Essas medidas permitiram ao escritório melhorar a sua rentabilidade, oferecer preços competitivos e garantir o crescimento sustentável do negócio.

Conclusão

Em resumo, a gestão financeira eficiente é um fator crítico para o crescimento sustentável do seu escritório de advocacia.

Ao estabelecer um controle financeiro sólido, gerenciar o fluxo de caixa, precificar estrategicamente os serviços, controlar custos e despesas, e aproveitar a tecnologia disponível, você estará no caminho certo para obter uma saúde financeira sólida e sustentar o crescimento do seu escritório.

Lembre-se de adaptar essas dicas às necessidades específicas do seu escritório e não subestime o poder da gestão financeira na criação de um futuro próspero para o seu negócio.

Sobre o Autor

Lucas Brandão é CEO da Lubra Consultoria Financeira, empresa especializada em consultoria financeira de escritórios de advocacia.

Para conhecer mais do trabalho do Lucas, acompanhe suas redes sociais e seu blog!

 

Em um universo profissional altamente competitivo como o meio jurídico, a primeira impressão é essencial.

Advogados não competem apenas por causas, mas também pela atenção e confiança dos clientes em potencial. Nesse cenário, a imagem que um advogado passa desempenha um papel crucial na percepção do seu valor e da sua competência profissional.

Uma ferramenta importantíssima para colaborar com a construção de uma imagem adequada é um ensaio fotográfico profissional, com fotos estrategicamente pensadas para refletir a mensagem e a autoridade que o advogado deseja transmitir.

A seguir, o projeto fotográfico Desroterizando listou 5 motivos para um advogado investir em um ensaio fotográfico profissional. Acompanhe:

1. A primeira impressão pode ser digital

Com o frequente uso da internet para buscar e checar informações, a primeira impressão do profissional, muitas vezes, ocorre virtualmente.

Assim que um cliente em potencial começa a ter interesse pelo seu serviço, é certo que ele faça uma visita em sua rede social ou site para começar a conhecer e saber mais sobre o advogado.

Nesse momento, fotos bem produzidas começam a comunicar valor visualmente e ajudam a garantir que esse primeiro momento seja memorável e positivo.

2. Credibilidade começa com imagem

Imagens de alta qualidade comunicam credibilidade e profissionalismo.

Uma foto nítida, bem enquadrada e bem iluminada transmite a mensagem de que o advogado se preocupa com os detalhes e está disposto a investir no próprio sucesso e no sucesso do cliente.

3. É possível refletir especialidade e personalidade

Fotos feitas com base em uma estratégia de posicionamento de marca podem refletir a área de especialização do advogado, sua personalidade e seus valores pessoais.

Por exemplo, um advogado de Direito das Famílias pode escolher uma imagem que transmita empatia e compreensão, enquanto um advogado criminalista pode optar por uma imagem que sugira assertividade e autoridade.

4. Conexão com os clientes

Fotos não são apenas sobre aparência, com elas também é possível gerar conexão com as pessoas.

Um ensaio fotográfico profissional captura expressões faciais que podem inspirar vários sentimentos como confiança e tranquilidade, o que pode ser fundamental para conquistar o cliente desde o primeiro momento.

5. Diferenciação em um mercado competitivo

Com a concorrência crescente no setor jurídico, destacar-se é essencial.

Imagens profissionais e estrategicamente pensadas podem diferenciar um advogado de seus concorrentes e criar uma identidade visual única que permaneça na mente das pessoas.

Entendeu como é importante um ensaio fotográfico para aumentar a percepção de valor de um advogado?

Projetos especializados em fotografia de marca pessoal, como o Desroterizando, entregam imagens de alta qualidade e a possibilidade de moldar a percepção da imagem de um profissional, destacando o seu talento e sua singularidade.

O Desroterizando é uma poderosa união de fotografia e de estratégias de branding pessoal para transmitir as mensagens certas, romper a dificuldade de se expressar e revelar a essência do profissional de forma autêntica.

Confira alguma fotos realizada no ensaio profissional do Dr. Gutemberg Amorim, advogado especializado em Direito Médico e da Saúde, Direito Empresarial e Direito Previdenciário, que trabalhou como palavras-chave PROXIMIDADE – CREDIBILIDADE – SEGURANÇA.

Se você deseja elevar a percepção do seu valor por meio das fotografias, conheça mais sobre o projeto acessando @desroterizando no Instagram.

Você já ouviu falar no Google Ads para advogados?

Após as mudanças no Código de Ética da OAB durante o ano de 2021, muitos profissionais do Direito buscam entender do que se trata e como aderir a essa estratégia que faz parte do marketing jurídico.

Não estamos falando de uma novidade do Google, pelo contrário.

Tendo sua primeira versão lançada em 2000, o Google AdWords (como era chamado até então), auxilia milhares de profissionais das mais diversas áreas a anunciarem seus produtos e serviços na internet.

Como essa ação não era permitida pela OAB em razão das exigências quanto à publicidade de serviços advocatícios, eram poucos os profissionais que se arriscavam no Google Ads.

Felizmente os tempos são outros e você, advogado, já pode usufruir da ferramenta para atrair novas oportunidades para o seu negócio.

Para te ajudar a entender mais sobre o que é o Google Ads para advogados, como obedecer aos critérios estabelecidos pela OAB e como otimizar uma estratégia de anúncios para sua advocacia, nós preparamos esse artigo.

Aproveite!

O que é o Google Ads?

Com certeza você já foi impactado com um anúncio de alguém que utiliza o Google Ads como estratégia de marketing digital.

Seja ao fazer uma pesquisa no Google, ao verificar a aba de promoção do seu Gmail ou até mesmo entre um vídeo e outro do Youtube, é possível encontrar anúncios do Google Ads em muitos lugares da internet.

A plataforma de anúncios faz parte de um aglomerado de produtos Google e lidera o mercado de mídia online em todo o mundo.

O próprio Google define a ferramenta como uma solução “que permite que as empresas escolham metas específicas para os anúncios, como gerar mais chamadas telefônicas ou visitas ao site. Com uma conta do Google Ads, os anunciantes podem personalizar os respectivos orçamentos e segmentação, e iniciar ou interromper a exibição de anúncios quando quiserem”.

Basicamente, funciona como um leilão: o anunciante insere os créditos na plataforma e cria anúncios com base em palavras-chave (termos pesquisados pelo usuário) que possam interessar o público que ele deseja atingir.

De acordo com os cliques que o anúncio recebe, o Google Ads vai descontando os créditos do anunciante.

Há uma variedade de segmentações que podem ser trabalhadas para que os anúncios só sejam vistos pela audiência mais qualificada, ou seja, aparecerem somente para quem tem maior probabilidade de visitar um site, preencher um formulário ou fazer uma ligação.

Veja como é feita a estruturação dos anúncios:

Campanhas > Grupos de anúncios > Anúncios

Estrutura das campanhas no Google Ads.

 Campanhas

As campanhas têm a finalidade de organizar as categorias de produtos ou serviços que serão oferecidos por meio dos anúncios.

Algumas definições podem ser escolhidas a nível de campanha, como o orçamento a ser gasto, segmentação por local (região onde os anúncios irão aparecer), idioma, data de veiculação do anúncio, entre outros.

Existem 5 tipos de campanhas no Google Ads: Rede de pesquisa, Rede de display, YouTube Ads, Google Shopping e Discovery. No decorrer do conteúdo falaremos sobre quais são as mais indicadas para advogados.

É dentro da campanha que são criados os grupos de anúncios.

Grupo de anúncios

São nos grupos de anúncios que ficam os anúncios que possuem temas e segmentações semelhantes. Durante a criação do grupo, o anunciante insere todas as palavras-chave que pretende usar.

Assim, quando um usuário fizer a pesquisa que corresponde a uma palavra-chave de um determinado grupo, é acionada a exibição do anúncio.

Anúncios

Agora sim, finalmente chegamos ao anúncio, o único item da estruturação da campanha que é exibido ao público.

Cada anúncio é composto por: URL final, título, caminho e descrição.

  • URL final: página de destino onde o usuário vai ser direcionado após clicar no anúncio;
  • Caminho: link mais curto de até 15 caracteres que aparece abaixo do texto do título. O Google combina o endereço da URL final com o do caminho, para que o usuário possa ter uma ideia da página que está acessando.
  • Título: linha principal do anúncio de até 30 caracteres.
  • Descrição: exibida abaixo da URL final e pode ter até 90 caracteres.

Google Ads para advogados e o Código de Ética da OAB

Quando se fala em Google Ads para advogados, podem surgir dúvidas em relação às permissões do Código de Ética da OAB, responsável por normatizar o uso de publicidade em serviços jurídicos.

Anteriormente, as regras estavam dispostas no Provimento nº 94/2000, um documento que foi ficando ultrapassado ao longo dos anos. Em 2019, a OAB abriu uma consulta para saber o que os advogados e advogadas do Brasil pensavam sobre as regras da publicidade na advocacia.

Com base nestas respostas e também em análises do próprio Conselho, houve uma reforma das normas com o objetivo de regular temas atuais como Google Ads, impulsionamento de anúncios em redes sociais, entre outros.

Com a redação do novo Provimento nº 205/2021, admite-se “a utilização de anúncios, pagos ou não, nos meios de comunicação”, exceto em outdoors, panfletos e outros meios elencados no art. 40 do Código de Ética e Disciplina da OAB.

Este texto é de grande relevância, pois sana uma das maiores dúvidas que existiam na comunidade jurídica e de marketing: a possibilidade de impulsionar posts em redes sociais e usar o Google Ads.

Agora, fica claro que isso é permitido, desde que não se use “meios ou ferramentas que influam de forma fraudulenta no seu impulsionamento ou alcance”.

Qual é a utilidade do Google Ads para advogados?

Um dos objetivos do advogado que sabe o potencial que a internet pode trazer para o seu negócio, é estar presente na primeira página do Google como resultado de alguma pesquisa.

Um dos caminhos para isso é o SEO, um conjunto de estratégias que buscam melhorar o posicionamento orgânico de sites nas páginas do Google.

O outro caminho é o Google Ads, quando o advogado começa a atrair potenciais clientes através de anúncios que também aparecerão na primeira página do Google.

Seja para apresentar um conteúdo jurídico relevante, convidar para fazer uma ligação ou até mesmo solicitar dados de contato, o advogado deve fazer um planejamento.

Muitos profissionais acabam perdendo dinheiro no Google Ads por não estruturar um plano de ação. Criar campanhas e começar anúncios é apenas parte do processo.

Pesquisa de palavras-chave e público-alvo

Profissionais de marketing jurídico costumam classificar o Google Ads como uma solução bastante assertiva para alcançar o público que está na etapa de fundo do funil, ou seja, com mais probabilidade de adquirir um produto ou serviço.

Leia este artigo e fique por dentro do conceito do funil de vendas.

Por esse motivo, a etapa primordial que vai fazer toda diferença nos resultados dos seus anúncios, é a pesquisa de palavras-chave.

Ao pesquisar os termos que as pessoas buscam na internet e que podem se relacionar com o serviço que você oferece, será possível mostrar anúncios para quem está mais preparado para fechar um contrato advocatício.

Na própria plataforma do Google Ads há um planejador de palavras-chave, onde é possível fazer pesquisas e verificar a quantidade de buscas para cada termo.

Além disso, existem outras ferramentas que podem ajudar na pesquisa de palavras-chave, como Semrush, Ubersuggest e Google Trends.

Já quando falamos em público-alvo, estamos falando das características das pessoas que você deseja alcançar com os seus anúncios.

É importante entender dados como a localização e idade desse público, de maneira que a segmentação de suas campanhas fique cada vez mais personalizada.

Página de destino e experiência do usuário

No momento da criação do anúncio, é necessário indicar qual é a página de destino que será aberta no navegador após o clique do usuário.

Essa página precisa “conversar” com o que foi dito no anúncio, pois o usuário clicou em algo que despertou a sua atenção e sua expectativa não pode ser quebrada.

Por exemplo: um anúncio que diz: Advogado especialista em divórcio não pode ter uma página de destino com conteúdo sobre dúvidas trabalhistas.

Entende que você precisa acertar na comunicação da sua página? Além da expectativa que deve ser suprida, é importante pensar na experiência que o usuário vai ter na página.

Alguns pontos relevantes:

1- Sites que se adaptam a diferentes tamanhos de telas (hoje o maior acesso na internet é feito por celular);

2- Sites que carregam rápido e que não são pesados;

3- Sites que possuam informações claras sobre o que você deseja que o usuário faça na página. As pessoas tendem a ficar menos tempo em páginas confusas ou poluídas visualmente.

Tipos de campanhas mais indicadas para advogados

Rede de pesquisa

Formato mais conhecido e utilizado por advogados, são aqueles 3 ou 4 primeiros anúncios que aparecem na página do Google como resultados de pesquisa (podem aparecer ao final da página também).

São os links patrocinados que alcançam pessoas que estão buscando algum produto ou serviço ou querem tirar dúvidas sobre determinados temas.

Rede de display

Anúncios de rede de display são veiculados em outras plataformas do Google, como o Youtube ou Gmail e em sites parceiros.

Pode ser interessante para quem deseja anunciar em sites com segmentações específicas.

A rede de display costuma ser bastante útil para advogados que buscam trabalhar o seu reconhecimento de marca, através de banners e elementos interativos.

Anúncios do Youtube

Anúncios em vídeo podem gerar bastante engajamento e já são utilizados por muitos advogados e escritórios de advocacia no país.

O profissional pode criar vídeos para esclarecer dúvidas jurídicas, comentar notícias e assim vai gerando valor e confiança no espectador que está sendo impactado com aquele conteúdo.

Dica: durante a criação do material, busque prender a atenção do usuário nos primeiros segundos do vídeo, por meio de chamadas e copys que vão fazer com que ele continue vendo o conteúdo até o final.

Descoberta

Campanha multicanal e de alcance amplo, a Discovery entrega anúncios em diferentes locais: no Google Notícias de quem acessa pelo celular, Gmail e Youtube.

Os advogados que utilizam anúncios mais criativos podem se engajar melhor nesse tipo de campanha e contar com recursos avançados da plataforma, que busca entregar o anúncio para a pessoa certa.

Vantagens do Google Ads para advogados

O advogado que utiliza o Google Ads costuma ter um retorno muito rápido de oportunidades, diferentemente do SEO que gera resultados a longo prazo.

Além do mais, as campanhas começam a ser veiculadas em poucas horas após a ativação, alcançando o público em um curto período de tempo.

Um ponto que já falamos e que pode ser um diferencial para quem utiliza o Google Ads, são as segmentações que permitem que os anúncios atinjam clientes específicos, de acordo com o seu planejamento.

E por último, mas não menos importante, temos a análise de resultados. A plataforma do Google Ads possui diversos tipos de relatórios e um dashboard com visão geral de todas as informações relevantes para o seu negócio, como o custo por clique de anúncios, valores investidos, público-alvo e etc.

Sou advogado e quero anunciar no Google Ads. O que preciso fazer?

Inicialmente, a nossa primeira dica para você que deseja começar a anunciar no Google, é criar um planejamento estratégico para desenvolver cada uma das seguintes etapas:

1- Quem é o público para o qual você deseja anunciar;

2- Quais são as palavras-chave que você deseja utilizar (cruze sua área de atuação com o que as pessoas têm buscado);

3- Quais serão as páginas de destino para os seus anúncios (já possui um site, blog ou landing page?);

4- Se pensa em trabalhar com anúncios de vídeo, estruture um canal no Youtube e a produção desse tipo de conteúdo;

5- Defina como será o processo de atendimento para contatar os potenciais clientes que virão dos anúncios.

Parece ser muita coisa né? E realmente é mesmo! Como já dissemos, anunciar é uma parte do processo.

Agora, quando partimos para a criação, acompanhamento e otimização das campanhas no Google Ads, estamos falando de um serviço recorrente e que precisa de atenção.

Por esse motivo, o mais indicado é contar com algum gestor de mídia ou agência que ofereça essa prestação de serviço.

Busque profissionais especializados em marketing jurídico e que saibam as particularidades de anunciar serviços advocatícios no Google Ads, assim você conta com o auxílio de alguém que pode te ajudar a evoluir na sua estratégia.

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Gostou do conteúdo? Então continue acompanhando nosso blog, frequentemente postamos artigos relacionados à marketing jurídico, carreira e inovação.

 

O primeiro passo de qualquer ação em gestão de um negócio já em andamento, precisa ser um diagnóstico.

Se não foi possível fazer um plano de negócio prévio ou ele já empoeirado, o diagnóstico é o espelho do negócio como ele é, e sem essa fotografia, qualquer mudança é inútil. Toda empresa deve fazer um periodicamente. Conhecimento é poder!

Então, vamos lá. O que é feito em um diagnóstico de gestão estratégica?

Cada negócio é único. Mesmo que existam centenas de concorrentes. Assim, não há receita de bolo. Infelizmente? Não mesmo! Isso significa que a equipe responsável pelo seu diagnóstico vai conhecer você, sua equipe, sua empresa, seu negócio, por dentro e por fora.

Saber exatamente quais os seus pontos fortes e os seus pontos fracos, e não os de sua área, mas os seus. Que só existem porque você é quem você é.

Ao final do diagnóstico você tem uma fotografia exata de como sua empresa funciona e como ela se situa nas complexas relações que um negócio tem com o mercado, seus fornecedores, seus clientes, o governo e sua equipe interna.

Você é eficiente? Seu negócio é viável?

São perguntas difíceis e as respostas nem sempre são fáceis de encarar, mas, sem elas o fracasso é iminente.

É preciso saber para poder decidir! O primeiro passo de qualquer ação em gestão de um negócio já em andamento, precisa ser um diagnóstico.

Se não foi possível fazer um plano de negócio prévio ou ele já empoeirado, o diagnóstico é o espelho do negócio como ele é, e sem essa fotografia, qualquer mudança é inútil. Toda empresa deve fazer um periodicamente pois conhecimento é poder!

Muitas empresas partem do “achismo” de sua gestão atabalhoada e nada estratégica, e já saem fazendo ações sem qualquer embasamento real. No meio do caminho descobrem que tem um incêndio muito mais importante para apagar no caminho, ou descobrem que o dinheiro gasto não está dando resultado nenhum, e vai tudo por agua abaixo…

É um desperdício… E muitas vezes custa o seu negócio. É indispensável se conhecer para que sua empresa possa corrigir os erros e planejar o futuro com segurança!

Como é desenvolvido o Diagnóstico

Embora cada trabalho seja desenhado especialmente para o cliente, como todo projeto, o desenvolvimento de uma análise se desenvolve em alguns passos, e o plano de trabalho deve englobar os quatro pontos principais:

  • Levantamento dos procedimentos da empresa – Visão geral

Este levantamento terá por objetivo identificar os principais procedimentos operacionais que se relacionam com as áreas que usam o sistema de gestão, com foco na sua gestão e no uso do sistema de gestão atual, nos seguintes departamentos:

  1. Direção;
  2. Contabilidade, Fiscal e Custos;
  3. Financeiro;
  4. Compras e recebimento;
  5. Faturamento e expedição;
  6. Produção e almoxarifado;
  7. Tecnologia da informação.
  • Levantamento dos procedimentos específicos da Contabilidade, Fiscal e Custos

É preciso saber exatamente qual a composição do custo total, muitas vezes super simplificado pelas administrações quando calculam seus preços e tomam suas decisões de gastos.

Diversas vezes o resultado surpreende ao demonstrar que nem mesmo os custos variáveis são são cobertos, mas na maioria das vezes os custos de estoque e administração revelam itens nunca considerados e que podem significar a diferença entre o sucesso e o fracasso do empreendimento.

  • Matriz SWOT

Cada negócio tem os seus pontos forte, pontos fracos, ameaças e oportunidades. Mas é difícil agir sem saber quais são. A análise SWOT é fundamental para a tomada de decisões como expandir ou reduzir a operação e até mesmo mudar de área, posicionamento ou negócio.

  • Elaboração do “diagnóstico da gestão de processos administrativos”

É preciso entender como a sua empresa funciona. Quais as sutilezas, quais os riscos, quais as dinâmicas entre as pessoas: equipe, diretoria, fornecedores, clientes e concorrentes. Para isso é necessário saber quais os procedimentos executados no dia a dia da empresa.

Muitas são as barreiras e fraquezas que encontramos, na parte administrativa, financeira, comercial, logística, recursos humanos, contabilidade, fiscal, tributária e marketing.

Na realidade o DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, que é uma excelente ferramenta de gestão empresarial, vai, além de responder a tudo isto e muito mais, lhe oferecer subsídios para que você mesmo, ou com a ajuda de terceiros, seus colaboradores e algum conhecimento além de muito comprometimento, a resolver, senão todos, uma boa parte de todos os problemas que a sua empresa possa estar passando neste momento.

Ao final, você terá respondidas questões como:

  • Se você receber uma fiscalização hoje, você está preparado?
  • Se um colaborador seu for dispensado e entrar na Justiça do Trabalho, você está tranquilo?
  • Você sabe, exatamente, qual é o seu lucro mensal?
  • Você sabe, exatamente, qual a sua sobra de caixa no dia?
  • Você sabe qual é o ponto de equilíbrio de sua empresa?
  • Toda a documentação da sua empresa está absolutamente em ordem, tem certeza disto?
  • Todas as obrigações legais estão sendo cumpridas de acordo com a legislação?
  • Através do seu balanço mensal você está fazendo todas as análises financeiras e econômicas possíveis?
  • Com certeza o seu controle de estoque está absolutamente em dia, não é mesmo?
  • Com base nos anos anteriores você sabe exatamente quanto cresceu este ano, certo?
  • Na última reunião de capacitação de seus colaboradores você foi cordial quando disse que as metas vão ter que, obrigatoriamente, serem atingidas com seus clientes?
  • Qual a avaliação que os seus clientes tem da sua empresa?

Em seguida você terá condições de desenvolver um PLANO DE AÇÃO para que possa direcionar seus esforços para o futuro e garantir resultado financeiro, retorno do seu capital investido e segurança, tendo tomado decisões baseadas em dados reais!

Então, é só prosperar!

 

Sobre a autora

Denise de Holanda é fundadora da Holanda Empresarial, instituição que há mais de 5 anos auxilia empreendedores no processo de crescimento no mercado.

Para conhecer mais sobre da empresa, clique aqui!

Em tempos de pandemia devido ao COVID-19, a instabilidade no mercado econômico mundial é evidente, o que nos deixa de orelha em pé quanto ao potencial efeito avassalador no cenário empresarial.  

  • Monitore os riscos da empresa! Isso garante que ela esteja preparada caso alguma crise aconteça. O ideal é não esperar que o momento crítico surja e se estabeleça, mas sim, simular possíveis cenários de crise e planejar as devidas ações para lidar com a situação; 
  • Estabeleça um plano de continuidade do negócio, para que os processos essenciais para o seu funcionamento não sejam afetados; 
  • Repasse as informações sobre a crise em tempo real e de forma exata para que nenhum dado seja distorcido e abra espaço para especulações. Isso garantirá que a empresa passe confiança à sociedade; 
  • Tente agir de forma rápida, para que a crise não afete sua reputação e rentabilidade; 
  • Identifique oportunidades de recuperação. Sair de uma crise por meio de uma oportunidade fortalecerá a reputação da empresa e garantirá confiança de todos.

Mesmo que na prática talvez nem seja preciso tomar decisões drásticas, é imprescindível que as empresas não façam cortes largos em investimentos, reduzindo a produção e cortando postos de trabalho, pois existe um custo elevado. 

Portanto, antes de tomar qualquer atitude, vale a pena analisar com cuidado cada ação a ser implantada. Fique atento aos dados financeiros, verifique a posição do estoque, evite o excesso de horas extras e cuide bem da contabilidade, não misturando as contas pessoais com as da empresa.

FIQUE LIGADO!

O gerenciamento de crise é uma metodologia que tem por objetivo blindar as empresas de todas as adversidades que podem causar impactos negativos, atingindo não somente a estrutura financeira, como a sua imagem no mercado.

O objetivo é desenvolver um conjunto de ações aptas a solucionar de forma eficiente determinados momentos de desequilíbrio. Na maioria das vezes, as empresas acabam enfrentando consequências graves por não ter um planejamento antecipado e não se preparar para um eventual colapso. 

 

Sobre a autora

Denise de Holanda é fundadora da Holanda Empresarial, instituição que há mais de 5 anos auxilia empreendedores no processo de crescimento no mercado.

Para conhecer mais sobre da empresa, clique aqui!

O Brasil é o país onde as empresas mais gastam horas para cumprir todas as obrigações fiscais entre os 178 países analisados no estudo do Banco Mundial divulgado em 2017. Uma empresa industrial no Brasil gasta, em média, cerca de 1.950 horas por ano para apurar e cumprir as obrigações tributárias.

Sabe o que isso significa? Que 100% dos seus esforços durante quase 3 meses do ano não são riqueza gerada para você, empresário, mas para a “máquina” pública.

A complexidade tributária no Brasil envolve cerca de 85 obrigações (entre impostos, contribuições e taxas) provenientes de 27 estados e mais de cinco mil municípios com legislações diferentes. Isso torna literalmente inviável realizar a gestão tributária da sua empresa sem o apoio de ferramentas de TI, de forma que o cumprimento das obrigações não seja mais um problema na fila interminável do operacional, e sim, uma solução.

Como assim, “cara pálida”?

Entregar obrigações e cumprir alíneas de parágrafos de incisos dos artigos de milhares de normas em vigor (ufa!) é realmente relevante dentro do mapa de riscos que sua empresa pode correr, mas a maior contribuição da tecnologia está em proporcionar à empresa a visão completa sobre o desempenho tributário e os impactos que os pagamentos de tributos representam para os negócios.

Aí, entramos no “pesadelo” da escolha e implantação dos ERPs – Enterprise Resource Planning – mais conhecidos como Sistemas de Gestão, e, que, pasmem, geralmente não são sistematizados. Sem trocadilhos. Portanto, calma na hora de definir em que ferramentas investir seu suado dinheirinho.

Neste panorama de agonia sem fim, nós vamos ajudar a clarear um pouco como você pode ajudar sua empresa a gerar inteligência tributária.

1- Fluxograma Fiscal 

O primeiro passo é caseiro e não exige nada avançado. É uma das principais ferramentas, pois organiza a rotina de trabalho das equipes em torno do atendimento dos prazos legais que a empresa precisa cumprir com o Fisco. Além disso, também tem a função de garantir a guarda dos arquivos fiscais eletrônicos pelo prazo desejado.

2- Validador Fiscal

Solução com mais de 90% de automatização do processo de recebimento fiscal, realiza a gestão das inconsistências do processo de fornecimento e gestão dos arquivos XML de NF-e e CT-e. As vantagens da ferramenta para as empresas são: redução do custo operacional; redução tempo de processos e redução das perdas do processo de compras e redução no risco de autuações e multas junto à Receita Federal.

3- Gestão de Fretes

Possibilita a realização de controles complementares aos sistemas de fretes de mercado alinhando as informações da fatura de frete, nota fiscal e o CT-e. Com isso, a empresa pode melhorar seu resultado ao evitar o pagamento indevido de fretes, por cobranças de notas ainda não transportadas, notas ou fretes emitidos contra outras empresas, em duplicidade, cancelados ou inutilizados.

Além disso, permite maximizar os créditos tributários ao garantir o efetivo aproveitamento dos créditos de transporte e reduzir o custo operacional no recebimento e conferência dos documentos de frete.

4- Validador Reinf 

Possibilita a completa visão dos serviços tomados e prestados, exigidos por essa nova obrigação. Com uma interface amigável e completa, os registros podem ser gerados no Portal REINF de modo manual ou por meio de importação de dados (independente de ERP).

Desta forma, agiliza o processo de atendimento da obrigação e desburocratiza processos internos com área de TI. Além disso, também disponibiliza relatórios que podem ser extraídos sobre cada um dos registros (EXCEL), tornando mais fácil as conferências dos dados que devem ser entregues ao FISCO.

O Portal REINF ainda conta com dashboards, onde são apresentados os Totais de Impostos Retidos e/ou Destacados, como também os TOP 10 Prestadores e Tomadores de serviços. Possui ainda a visão de valores por período que possibilita a análise sazonal dos serviços ou até mesmo os valores constantes, entre outros.

5- Auditor SPED

Valida as obrigações acessórias entregues pela empresa ao fisco, identificando erros de escrituração, cálculo de tributos e inconsistência entre as diversas obrigações. Analisa cerca de 15 mil regras para verificação e cruzamento das informações.

Também deve ser capaz de realizar auditoria das obrigações acessórias fiscais e contábil; conciliação entre as obrigações acessórias correlatas, comparando informações fiscal e contábil; conciliação entre as obrigações fiscais (SPED e EFD) e os arquivos XML dos fornecedores; geração de planilhas para conferência de apuração de tributos (ICMS, IPI, PIS/COFINS); geração de parecer de auditoria personalizado de acordo com a necessidade do cliente.

6- KPI’s

Todo trabalho realizado com as soluções deve ser traduzido em KPIs (indicadores) operacionais, táticos e estratégicos, que permitem identificar oportunidades de aumento de EBITDA, de redução de carga tributária para a empresa, além de avaliar o impacto sobre o resultado e apoiar a gestão do compliance fiscal da companhia. Sempre utilizando as informações que hoje as empresas já entregam normalmente ao Fisco.

7- Se for possível, tenha alguma ferramenta de BI (Business Intelligence)

Ou monte DASHBOARDS a partir dos relatórios do seu sistema. A grande maioria das pessoas é visual, portanto, informações em textos ou planilhas intermináveis jamais serão assimilados com a mesma eficiência de gráficos e ícones.

E por fim, talvez o mais importante:

8 – EXCEL !!!

Achou que ia se livrar dele? Jamais. Nem o queridinho da vez (e reconhecidamente fantástico) Power BI vai conseguir dispensar o tratamento de dados no Excel.

Sabe o que mais você vai precisar? De alguém que se ocupe de analisar essas informações e preparar a empresa para tomar decisões. Em tempo hábil. Com clareza e certeza dos dados.

Portanto, meu caro empreendedor, lembre-se que nenhum sistema se opera sozinho. É preciso aliar boas pessoas à boas ferramentas. Sempre!

 

Sobre a autora

Denise de Holanda é fundadora da Holanda Empresarial, instituição que há mais de 5 anos auxilia empreendedores no processo de crescimento no mercado.

Para conhecer mais sobre da empresa, clique aqui!

Nos últimos anos, e, em 2019, em especial, muito se ouviu falar sobre compliance e a necessidade de aderir a um Programa de Integridade que, em suma, consiste na observância pelas empresas da legislação incidente em suas respectivas áreas de atividade.

Traduzindo para a prática, o programa se trata de uma construção específica de relevantes instrumentos de gestão empresarial que, além de reduzir riscos ao negócio, trazem segurança e transparência nos seus atos, permitindo rever e/ou maximizar os seus processos e os seus resultados.

Mesmo? Mas porque se fala em Compliance anticorrupção e em Compliance Regulatório?

No Brasil, a primeira norma especificamente atribuída ao Compliance foi a Lei n. 12.846/2013, que, por seu conteúdo específico, ganhou o apelido de “anticorrupção”. Algum tempo depois começou-se a discutir o objetivo de “regularidade” do termo em inglês “to comply” que traduzido o mais próximo possível em português, resultou nesse viés.

Ocorre que “regularidade” significa aderir às normas externas, obrigatórias, mas também às internas, de gestão e cultura de cada empresa! No cenário em que as empresas costumam enfrentar pressões enormes em um ambiente cada vez mais competitivo, rever e melhorar resultados já é a cereja do bolo.

Mas, em época de pandemia, essa cobrança se intensificou ainda mais, onde concorrentes têm tempos de resposta cada vez mais rápidos em inovação e lidamos com alterações constantes nos requisitos legais, políticos, culturais e técnicos.

Para apimentar mais as coisas, leis e práticas de negócio em outros países e culturas também impactam na operação das empresas cada dia mais, reforçando que as organizações necessitam reconsiderar o modo com que encaram seu nível de gestão.

Aí entra o GRC

que, aqui na Holanda Empresarial, nós implantamos como Governança – Riscos e Controladoria, porque Controladoria e Compliance são indissociáveis na gestão moderna. O GRC oferece mecanismos para controlar o modo como as empresas operam. Uma abordagem integrada de GRC possibilita que as empresas gerenciem os requisitos de riscos e conformidade relacionados com práticas ambientais, processos, parceiros de negócio, políticas internas, assim como com atividades financeiras, operacionais, de TI e de todos os outros aspectos da empresa.

É claro que todas as atividades do negócio envolvem riscos resultantes de incertezas. Entretanto, somente aquelas empresas que estão preparadas para responder aos riscos ativamente podem desenvolver estratégias que resultarão em sucesso para suas organizações. Logo, riscos precisam ser gerenciados e mitigados.

Portanto, em tempos difíceis e incertos, é PRIMORDIAL saber os riscos envolvidos no negócio, procurando reconhecer os processos para que se possa utilizar mecanismos de controle e mediação para saná-los.

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Sobre a autora

Denise de Holanda é fundadora da Holanda Empresarial, instituição que há mais de 5 anos auxilia empreendedores no processo de crescimento no mercado.

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Seguro de extrema importância, popular em outros países e ainda pouco praticado no Brasil, trata-se de um seguro de vida, destinado a proteção dos sócios de uma determinada empresa, tendo como principal beneficiário do seguro a própria entidade. Tem como objetivo a proteção financeira, administrativa e operacional da empresa no caso do falecimento de um dos de seus sócios.

Para elaboração deste trabalho é importante estabelecer procedimentos que resguardem a empresa em relação à compra das cotas societárias de seus respectivos herdeiros.

Os custos referentes a esse processo são pouco impactantes ao fluxo de caixa da empresa, tendo um custo-benefício de extrema relevância. Vale lembrar que o pagamento do seguro pode ser feito pela própria empresa ou por cada sócio.

A realização deste trabalho deve ser elaborado por uma empresa competente, imparcial e especializada para garantir qual o melhor desenho, visando atender a necessidade da empresa e de seus sócios.

 

Sobre o autor

Murilo Campos é consultor de seguros há 8 anos, especialista em seguros corporativos, grandes riscos, pessoas e benefícios.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Murilo, entre em contato:

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E-mail: murilo@mabelcorseguros.com.br