Marketing Digital para Advogado: entenda como escolher o tema de um conteúdo para seu blog!

O marketing digital para advogado é uma ferramenta importantíssima para quem busca se destacar em um mercado tão competitivo. Para se ter uma ideia da necessidade latente de se destacar, vale reforçar o tamanho da concorrência: em 2019, a estimativa era de um advogado para cada 190 brasileiros. Felizmente, a internet é uma ótima ferramenta para aqueles que desejam alcançar e se comunicar com o público. 

Entre as estratégias de marketing digital mais indicadas para advogados, manter um blog ativo é uma das que têm ganhado mais protagonismo, pois seu formato possibilita que seja mais informativo que outras formas de conteúdo (como os posts em redes sociais, por exemplo).

Entretanto, escrever os artigos para seu portal nem sempre é uma tarefa fácil, e o primeiro desafio pode surgir logo de cara, ao precisar escolher um tema. Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem te ajudar muito a se inspirar nesse momento. Então, que tal ler tudo até o final e depois nos contar nos comentários se alguma dica foi útil para você?

Marketing digital para advogado: comece escolhendo o objetivo do seu post.

Você já ouviu falar no Funil de Vendas (ou Pipeline)? Trata-se de um modelo estratégico criado para mostrar a jornada do cliente, desde o primeiro contato com seu escritório até o fechamento do negócio.

O funil de vendas é dividido em etapas que estão diretamente ligadas à jornada de compra. 

marketing digital para advogado

Funil de Vendas representa o momento de compra do público e auxilia a direcionar a abordagem do conteúdo.

 

Quem está no topo do funil, ainda está na fase de aprendizado ou descoberta, o que significa que ele ainda está descobrindo sua necessidade a ser resolvida. Nessa fase, seu conteúdo deve atrair e despertar a consciência sobre o problema.

Já aqueles que se encontram no meio do funil, têm consciência do problema, mesmo que não saibam como resolvê-lo. Sua função é construir um conteúdo informativo, com dicas que ajudem a entender o que precisa ser feito.

Por fim, aqueles que se encontram no fundo do funil, já estão plenamente conscientes do problema e em um um bom grau de maturidade para conversar com você e sua equipe sobre o que podem fazer pelo caso em questão. Nesse estágio, é importante que você construa conteúdos que reforcem sua credibilidade e te posicionem como referência na área, como cases e premiações.

Vale ressaltar que qualquer conteúdo criado deve seguir o Código de Ética da OAB, que foi atualizado em 2021, e sobre o qual já discorremos em outro artigo. Você também pode conferir um e-book que explica as mudanças preparado pela própria instituição.  

Confira os assuntos que têm chamado a atenção dos internautas!

Agora que você já definiu o objetivo do seu post, é hora de buscar insights pela internet. 

Acesse os principais portais de notícias para verificar quais são as mais lidas, assim como o Google Trends, que mostra as tendências de buscas no site, e também os Trending Topics do Twitter. Assim, você conseguirá ter uma ideia de o que o público quer saber e como aquilo pode se relacionar com a sua área de especialidade.

Escolha as palavras certas

Após listar alguns temas interessantes baseados na pesquisa do público, é importante pesquisar palavras-chave que otimizem o processo de localização do seu conteúdo nos motores de busca, como Google, Bing, Yahoo!, e outros.  

Para isso, o Google Keyword Planner pode ser uma mão na roda. Outras boas opções são, o Ubersuggest, do Neil Patel, e o SemRush que, apesar de pagos, contam com versões gratuitas (limitadas) muito úteis, que podem te ajudar a entender o volume de busca sobre uma determinada palavra, assim como a dificuldade em conseguir colocar seu artigo, focado nela, em uma boa posição

Você também pode usar essas ferramentas para analisar outros sites que tratem dos mesmos assuntos para buscar inspiração em seus conteúdos!

Linguagem também é importante

É possível que você já esteja muito acostumado a lidar com outras pessoas com amplo conhecimento em direito, por isso lidar com linguagem técnica já se tornou algo natural. Entretanto, essa não é a realidade da maior parte do seu público

É por isso que, ao escolher o tema, você deve se perguntar se é possível abordá-lo com uma linguagem simplificada, que facilite a compreensão por parte de quem é leigo no assunto. Um artigo bem informativo, com um tema interessante, mas que falha em ser claro ao leitor com quem você quer se comunicar, provavelmente não atingirá os objetivos para os quais foi escrito.

Uma boa forma de alcançar a linguagem ideal é adotar um conceito do marketing digital chamado de “definição de persona”. Resumidamente, trata-se de criar um personagem fictício (de preferência, com base em dados comportamentais reais) que representa seu cliente ideal e alinhar suas estratégias de marketing digital para advogado de acordo com as demandas dele

Veja um exemplo simples de persona para visualizar melhor esse conceito:

Gabriel, 34 anos: é comerciante, casado, largou a escola antes de completar o ensino médio, MEI, cuida sozinho da mãe viúva e suspeita que ela não recebe tudo a que tem direito em sua aposentadoria.

E então? Como você conversaria com Gabriel? Pense nele durante a execução de seu texto! Agora que você já tem um ponto de partida para escolher os temas dos seus artigos, é hora de começar a praticar e otimizar seu marketing digital para advogado. E se você deseja desenvolver ainda mais seu contato com o público, não deixe de conferir os planos que disponibilizamos e suas inúmeras vantagens!

Sobre o Autor

Hilton Júnior é redator freelancer, com experiência em agências de marketing digital. Para conhecer mais sobre seu trabalho, confira o seu LinkedIn!

O antigo Provimento 94/2000, que regulamentava a publicidade dos advogados e escritórios de advocacia, foi revogado pelo atual Provimento 205/2021, em julho de 2021.

Em suma, o novo instrumento reconheceu a licitude do marketing jurídico digital de conteúdo e trouxe esclarecimentos a algumas situações específicas que até então eram discutidas perante os Tribunais de ética estaduais.

De fato, o próprio reconhecimento do vocábulo “marketing jurídico de conteúdo” é um avanço. Por muito tempo os advogados evitaram nomear a publicidade jurídica como marketing para evitar qualquer viés de propaganda profissional.

É criterioso destacar que o marketing jurídico deve ser de conteúdo informativo, jamais divulgando informações como honorários, formas de cobrança, dados de casos concretos, estimulando ao litígio, ou com a exposição de dados específicos da sociedade de advogados (como a dimensão, estrutura, rankeamento e prêmios do escritório de advocacia).

A nova regulamentação abriu para os advogados o uso do marketing digital, permitindo a publicidade por anúncios pagos ou não, uso do Google Ads, participação em lives, a divulgação de imagens, vídeos ou áudios contendo a atuação profissional (em audiências e sustentações orais, por exemplo) e chatbots para questões preliminares.

Não houve restrição ao uso de nenhuma rede social, mas sim a permissão para o uso de QR Codes nos cartões de visita, distribuição de brindes, materiais impressos em eventos de interesse jurídico e a veiculação de que o trabalho é realizado em coworkings.

É claro que continuam vigentes os limites aos preceitos éticos e estabelecidos no Estatuto da OAB, Regulamento Geral , Código de Ética e no próprio Provimento. Deve ser mantida a discrição e sobriedade, inclusive no perfil pessoal do advogado, evitando-se a mercantilização e concorrência desleal com os demais colegas.

 

Sobre o autor

Durante os últimos 20 anos, Marco Livoti trabalhou em multinacionais do setor de máquinas agrícolas, tais como JF, Vermeer, Storti e CLAAS, nas quais atuou como gerente de comércio exterior, abrindo e capacitando concessionários em mais de 44 países.

Hoje é treinador, coach e palestrante, tendo como carro-chefe o programa de treinamento intitulado “Vendedor do Futuro”, destinado a incrementar a performance de equipe de vendas.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Marco, acesse seu site clicando aqui!

Desenvolver um site para advogados envolve diversas habilidades e estratégias. Muitos advogados se preocupam com custos e com o design do site, mas existem outras questões importantes que podem afetar o desempenho do site e os objetivos da estratégia de marketing jurídico digital.

Uma dessas questões é o relacionamento do seu site com o Google. O Google é otimizado para fornecer sempre os melhores conteúdos e experiências ao usuário. Se seu site não está modelado para se enquadrar bem ao funcionamento do Google, você sai perdendo.

Confira as nossas 10 dicas para desenvolver ou contratar um site para advogados ideal para o projeto de marketing jurídico digital do seu escritório de advocacia.

1. Faça seu site em WordPress

Nós recomendamos que o seu site seja feito no WordPress, pois essa é uma plataforma que dá muitas possiblidades de inserção de plugins e outras técnicas de modelagem que vão ajudar seu site a performar melhor no Google.

É muito importante que o design da sua programação seja feito de uma forma que vai fornecer a melhor experiência ao usuário, não necessariamente para você ou para sua equipe.

Se seu site não fornece uma boa experiência, o Google vai preferir outros que fornecem, e assim, seu site não ranqueará bem em buscas do Google.

2. Tenha diversas páginas dentro do seu site (de forma estratégica!)

Fazer um site com páginas específicas para cada área do direito que você atende, ou para cada solução jurídica que você fornece, deixará seu site melhor “instruído” para que o algoritmo do Google o leia.

Assim, você aumenta suas chances de aparecer perante seu potencial cliente quando ele fizer uma busca mais específica.

Deixe claro quais são os segmentos do Direito que você atende, qual a sua clientela (indústria, comércio, pequenas empresas, famílias, pessoas físicas, servidores públicos). Cada área ou serviço pode ter sua própria página, com um texto detalhado explicando os problemas que seu escritório resolve.

Esses textos vão indexar melhor no Google, pois os robôs do Google vão identificar os conteúdos dentro da página de cada área jurídica ou solução jurídica.

3. Fazer um site em HTTPS 

O site em “https://” é lido como seguro e confiável pelo Google. Fazendo o seu site para advogados em “https://”, ele vai te indicar mais vezes para os usuários.

4. Escolha com cuidado a hospedagem do seu site para advogados

Escolha um serviço de hospedagem que proporciona rapidez no carregamento do site. Isso melhora a experiência do usuário.

Dessa forma, o Google vai referenciar seu site na frente que outros que proporcionam uma experiência de navegação pior.

5. Use técnicas de SEO nos conteúdos do seu site para advogados

O SEO (Search Engine Optimization) usa técnicas de semântica e modelagem de programação (como: uso de repetição, palavras-chave, palavras de transição etc), para melhorar o desempenho dos seus conteúdos textuais de acordo com os algoritmos de busca.

Por isso é importante que os conteúdos do seu site usem SEO. E essa regra vale tanto para os conteúdos das páginas do site (página inicial, áreas de atuação, página de contato etc) quanto para os blog posts.

Quanto mais detalhado você puder ser com relação aos seus serviços, melhor o Google entenderá o problemas que o seu escritório resolve.

6. Use o plugin Yoast SEO

O plugin Yoast SEO dá condição de medir o uso de técnicas de SEO do seu site, fazer metadescriptions (descrição do que cada página tem), slugs (URLs de cada página) e gerenciar os conjuntos de palavras-chave por página.

Tudo isso ajuda os robôs do Google a identificarem melhor o conteúdo de cada página e entregar o conteúdo para o usuário.

7. Ter um blog de produção de conteúdo dentro do seu domínio

Evite ao máximo ter um blog em domínios, sites ou plataformas externas. Concentre seu conteúdo no seu próprio site. E ainda se possível, tenha um blog específico para viabilizar uma newsletter de WhatsApp.

Você pode trabalhar com duas opções de newsletter: uma para ser enviada por e-mail e outra para ser enviada por WhatsApp. Essa segunda requer que você tenha uma página de blog específica.

8. Implementar um sistema de inbound marketing

inbound marketing é a principal estratégia do marketing jurídico. Ela trabalha com um fluxo de conteúdos orientado para vendas, baseando-se na ideia de um funil. No decorrer deste funil, vamos nutrir e qualificar os leads (contatos) até que eles estejam prontos para contratar o serviço do advogado.

Um sistema de inbound marketing vai poder administrar esse fluxo, por meio do disparo de e-mails, de forma automatizada, conforme o estágio de cada lead no funil, e conforme o seu próprio consentimento.

Assim, além de automatizar a sua estratégia (tornando-a mais rápida e menos trabalhosa), um sistema de inbound marketing como o RD Station, por exemplo, vai garantir que seu escritório esteja fazendo marketing em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.

9. Instalar um código do Google Analytics

O Google Analytics é um serviço gratuito do Google que ajuda a gerenciar a performance do seu site para advogados e obter métricas importantes para o aperfeiçoamento da sua estratégia de marketing jurídico.

Com ele, você poderá saber, por exemplo, qual página está recebendo mais visitas e de onde estas visitas estão vindo.

10. Instalar o Google TAG Manager

O Google Tag Manager ajuda no controle das conversões das campanhas do Google Ads. Dessa forma, você poderá saber quais dos seus investimentos estão dando mais resultado.

Lembramos que, pelo novo Provimento do Conselho Federal da OAB, esse tipo de anúncio pago é permitido no marketing jurídico.

Conclusão

Esperamos que tenha gostado dessas 10 dicas para os sites dos advogados!

Este é um conteúdo informativo feito com base na nossa experiência de mais de 16 anos em marketing jurídico.

As plataformas e serviços aqui mencionados são recomendados com base na nossa rotina de trabalho e os resultados que observamos nas nossas estratégias, não tendo a finalidade promocional de nenhum desses serviços.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

Ao longo de duas décadas de história, e inúmeras marcas e identidades visuais para o mercado jurídico criadas aqui na agência, há uma pergunta que sempre aparece nas salas de reunião: se o profissional ou o escritório de advocacia são prestadores de serviço, e como costumeiramente acontece com esse tipo de negócio, eles têm um histórico de crescimento da sua carteira de clientes embasado na indicação (ou o famigerado boca a boca), por que é preciso investir em uma marca ou em um trabalho de identidade, digamos, mais profissional?

Bom, os motivos são vários, mas aqui nesse artigo em questão, o intuito é trazer de forma prática três pontos principais e técnicos do por quê uma identidade visual bem construída faz muita diferença no vasto mercado jurídico.

O primeiro ponto que considero fundamental é a DIFERENCIAÇÃO e PERSONALIDADE.

Assim como vemos em diversos segmentos de produtos ou serviços, identidades visuais carregam também um “DNA” de qual categoria pertencem.

Basta uma voltinha nos corredores do supermercado para constatar essa afirmação. Sabões em pó e produtos de limpeza em geral trazem em seus logotipos, letras em negrito para transmitir a sensação de força contra a sujeira e geralmente em itálico (inclinadas) para remeter à rapidez e praticidade prometidas.

Mas e em escritórios de advocacia ou profissionais/empresas do setor jurídico, essa dinâmica acontece e aparece da mesma maneira? Bom, com base em uma pesquisa rápida em qualquer buscador na internet e na experiência de mercado, a resposta é SIM.

Começando pela escolha do nome do escritório -base de toda identidade – por exemplo, é quase uma unanimidade encontrarmos sobrenomes combinados ou iniciais dos proprietários em pelo menos 80% dos casos. Na parte visual, tipografias com letras serifadas, cores mais fechadas e símbolos com a balança representadas de diferentes formas.

Isso nos indica duas coisas: a primeira é que existe uma identidade culturalmente (bem) construída pelo segmento e hoje assimilada por todos. Porém olhando por uma outra óptica, poderíamos dizer que este segmento está utilizando de soluções já consagradas e portanto, trazendo aos respectivos proprietários pouca diferenciação ou personalidade.

Vale lembrar que não estamos aqui julgando se este é o melhor caminho ou solução. Apenas trazendo um cenário para refletirmos sobre este tópico. Ou seja, se pretendo me destacar ou construir minha própria personalidade de marca, é importante que eu ou minha empresa, sejamos notados e percebidos como pertencentes ao segmento que estamos.

Neste caso, utilizar elementos, símbolos ou ícones que sejam já estabelecidos e facilmente identificáveis pelo público-alvo é um caminho “mais certo” e talvez o mais curto. Mas é o melhor?

Para responder a essa pergunta acho que podemos abordar o segundo ponto fundamental: a UNICIDADE.

O conceito de pertencimento de forma geral diz que para fazer parte de um grupo, é preciso ter alguns parâmetros de similaridade.

Para ilustrar o que quero dizer, podemos pegar os exemplos que são os encontrados em nichos estereotipados e aceitos pelo senso comum, como descrever um executivo com “terno e uma pasta”. Uma skatista com calças largas e boné, e por aí vai.

Mas quando o assunto é ser único, podemos dizer que não é apenas pela diferenciação visual que essa leitura virá.

Este é um equívoco muito comum e que muita gente comete: achar que o branding é o logotipo ou só a parte visual. De fato é uma parte super importante do branding e que materializa, de certa forma, a proposta da empresa, do profissional ou do produto.

É como olhar alguém, e pelo jeito como se veste, ter uma ideia de quem aquela pessoa é. Pode ser uma evidência, mas definitivamente não é o todo.

O branding traz consigo vários atributos de marca, como sua forma de falar, quais são seus valores, sua sonoridade, seu cheiro, quais causas apoia genuinamente, que tipo de conteúdo posta em suas redes sociais, etc. Isso só pra citar alguns itens desse vasto universo, que acabam tornando uma empresa personificada, cujo nome técnico é mais conhecido como antropomorfismo.

Mas calma. A ideia aqui não é falar difícil ou confundir ninguém. Só apresentar o mundo de possibilidades do branding, que começa, invariavelmente com uma representação gráfica adequada.

Pra fazer uma analogia bem humorada, é escolher a roupa certa para a audiência. Ir de tênis e bermuda, principalmente pensando no ambiente que irá frequentar, certamente não passará a melhor imagem, mesmo sendo o profissional mais gabaritado ali.

O terceiro e derradeiro ponto fundamental é o TEMPO.

Como o termo branding, que define estas estratégias de construção de marca vem do original em inglês, é relevante e interessante notar que se trata de um gerúndio. Ou seja, empresas são vivas e suas respectivas marcas assim também precisam ser.

Significa que é um trabalho contínuo, incessante e que seus frutos aparecem a longo prazo com trabalho realizado no dia a dia. Sem fórmula mágica ou atalhos.

Desta forma, podemos dizer que, quanto antes e de forma mais estratégica e profissional a marca for cuidada, incluindo sua concepção, antes ela irá transformar seus resultados junto aos canais de relacionamento e pontos de contato com o consumidor, que serão muito mais efetivos, bem como seus ganhos potenciais como rentabilidade, fidelidade e tomada de decisão dos clientes virão mais rápidos e assertivos.

“Mas já tenho minha marca há anos e nunca me atentei para isso, o que devo fazer?” 

A resposta é simples: antes tarde do que nunca. E a boa notícia é que nunca é tarde para cuidar da marca.

Uma revitalização, um ajuste ou mesmo uma mudança radical – o que fizer mais sentido no diagnóstico – mostrará para o mercado, para os clientes e para os funcionários que aquela empresa continua moderna, em evolução e com “fome”. Atributos que, como já vimos, fazem total sentido com o discurso dos pilares que vimos neste artigo.

Sobre o autor

Júnior Biasoli é Sócio Diretor da Dote Publicidade, agência especializada com diversas premiações da área.

Para conhecer mais sobre o trabalho da Dote, acesse seu site clicando aqui!

O que seu escritório de advocacia está fazendo para integrar o marketing jurídico à LGPD?

LGPD está em vigor desde setembro de 2020, e a partir de agosto de 2021, a ANPD já pode aplicar sanções a quem não cumpre a Lei. Seu projeto de marketing jurídico já está ajustado a essa realidade?

Neste artigo, vamos elencar 10 ações práticas que seu projeto de marketing jurídico deve ter para se adequar à LGPD, e ao mesmo tempo, avançar para o inbound marketing, que é a principal estratégia de marketing jurídico digital.

Prefere assistir esse conteúdo em vídeo? Clique aqui.

Como integrar o marketing jurídico à LGPD: 10 ações essenciais

1º item: transparência

Deixe muito claro para os leads que entrarem no seu site o que você vai fazer com os dados que serão capturados.

Seja claro sobre a forma de comunicação também.

2º item: formatar a política de privacidade

No seu documento de Termos de Uso e Política de Privacidade, devem constar todos os itens referentes à “relação” do seu escritório (que, virtualmente, é representado pelo seu site) com as pessoas que acessam seu site e seus conteúdos. Deve ser como um contrato que rege a comunicação, determinando: quais serão os dados colhidos, qual será a frequência e a forma de comunicação, a finalidade do uso dos dados, entre outros itens.

Essa Política deve estar disponibilizada no seu site, por meio de um link exclusivamente dedicado a ela. Ela deve ser referenciada nos formulários de inscrição e downloads de conteúdos.

3º item: sistema de inbound marketing para integrar o marketing jurídico à LGPD

Ter um software de inbound marketing vai melhorar a sua estratégia de relacionamento, automatizando os passos do funil de vendas. Ao mesmo tempo, o software vai fazer o trabalho de gerenciamento do controle dos consentimentos requeridos pela LGPD.

4º item: consentimento de base legal para novos entrantes

Tenha um checkbox para que as pessoas que acessam o seu site autorizem a comunicação do seu escritório com ele, segundo as orientações e as regras da sua Política de Privacidade.

Esse checkbox deve estar acessível e ser de clara compreensão. Cada visitante do site deve visualizá-lo para poder marcá-lo no mesmo momento em que for preencher o formulário para baixar seu e-book, receber seu e-mail marketing, ou realizar qualquer ação de conteúdo que você oferecer.

5º item: consentimento retroativo

A LGPD também se aplica àquela base de clientes antiga que você eventualmente tenha. Mas com esses contatos, o consentimento pode ser obtido de forma diferente: por meio do consentimento retroativo.

Antes, porém, recomendamos que você faça uma higienização da sua base de e-mails. Delete contatos velhos, antigos e inativos.

Depois, inicie uma campanha de comunicação (por e-mail, pop ups no site, posts em redes sociais, ou outras ações) para requerer consentimento retroativo.

Esse requerimento pode se dar mediante um simples botão, mas mesmo assim, é preciso disponibilizar o link da Política de Privacidade, ainda que o cliente não venha a lê-la por completo.

6º item: base legal por legítimo interesse

Uma outra forma de registrar o consentimento de contatos atuais e antigos, para fins legais, é fazer uma análise da sua base de dados. Identifique quais são os clientes que se comunicam com você frequentemente, abrem seus e-mails, enviam mensagens. Para esses clientes, não é preciso pedir o consentimento.

7º item: minimize os dados coletados ao integrar o marketing jurídico à LGPD

No marketing, existe uma teoria: “Quanto menos coisas você pedir para as pessoas, mais leads vai conseguir.”

Então, não peça muitas informações. Priorize aquilo que é realmente importante para sua estratégia de comunicação, como:

  • nome (você vai chamar seus clientes pelo nome nos e-mails),
  • e-mail (para enviar os conteúdos),
  • e em alguns casos, o telefone (para enviar mensagens ou ligar para oferecer o agendamento de uma reunião ou um serviço).

8º item: evite dados pessoais sensíveis

Evite dados que caracterizem as pessoas, como cor dos olhos, religião, orientação sexual etc. Para o marketing jurídico, você não precisa disso nesse momento.

9º item: fortaleça a segurança da informação

Resguardar a sua base de dados é fundamental.

Tenha firewalls e sistemas antivírus em seus servidores. Limite o número de pessoas que têm acesso aos dados dos leads e clientes, treine essas pessoas e garanta que elas saibam os cuidados necessários que devem ter com o tratamento de dados, nos termos da LGPD.

10º item: opt out (descadastramento)

Disponibilize a opção do opt out (descadastramento) em todas as suas comunicações por e-mail.

A maioria dos softwares de disparo de e-mails já traz essa opção automaticamente, mas certifique-se de que é o caso do software que você está usando.

É direito das pessoas deixar de receber as comunicações a qualquer momento, então essa opção precisa ser oferecida a elas de forma clara e simplificada.

Artigo postado originalmente no blog da In Company.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

Muitas pessoas perguntam como seria um plano básico de marketing jurídico. Embora não exista uma fórmula pronta, temos um projeto básico para te ajudar a visualizar as principais etapas e estratégias para ter uma marca jurídica, uma presença digital e começar a gerar resultados com marketing jurídico.

Confira um plano básico de marketing jurídico em 3 dicas e veja como começar!

Prefere assistir este conteúdo em vídeo? Clique aqui

Qual é o plano perfeito de marketing jurídico?

A princípio, a resposta para essa pergunta é a mesma que você, advogado, já conhece muito bem: Depende!

Depende de uma série de fatores:

  • a sua área (ou áreas) de atuação;
  • sua região geográfica;
  • seu público alvo;
  • a maturidade da sua marca;
  • a autoridade que você já alcançou.

Mas existem dicas gerais importantes que podem se aplicar a qualquer caso.

Neste artigo, vamos apresentar um tripé básico para você começar no marketing jurídico.

Formate a parte institucional e branding

Todo escritório deve ter uma marca com identidade definida para se posicionar no mercado, mostrar os seus valores e ter uma ligação com seu público alvo.

Essa definição é muita profunda e depende primeiramente dos objetivos e características particulares de cada advogado e escritório.

Mas em termos de comunicação, essas definições são expressas por meio de aspectos tangíveis, como logotipo e identidade visual estampados em:

  • papelaria timbrada;
  • assinatura de e-mail;
  • arquivos Word timbrados para peticionamento;
  • folders digitais do seu escritório em formato PDF pra enviar por WhatsApp ou e-mail.

Tenha um domínio próprio na Internet

É essencial ter o seu domínio (website) e uma conta de e-mail associada a esse domínio (por exemplo: advogado@escritorio.adv.br). Isso denota autoridade e profissionalismo.

Também é importante ter uma assinatura de e-mail, padronizando as suas respostas.

Mas não basta comprar um domínio: o site deve ter uma modelagem e programação adequada a técnicas de marketing digital, como SEO e um sistema de blog.

Investir em SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas) é fundamental para indexar seu site e seus posts ao Google. Esse investimento pode sair mais caro do que a aquisição e desenvolvimento de um site básico, mas ele traz um melhor retorno (sobretudo no médio e longo prazo).

Sem esse investimento, eventualmente você notará que o site está “perdido na Internet”, sem atrair tráfego, e vai desejar fazer um segundo site. Ou seja: será uma estratégia barata, mas que pode sair mais caro em breve.

Comece a investir em ferramentas de marketing digital – inbound marketing jurídico

Para que todo esse valor e investimento seja percebido pelo mercado, aposte no marketing digital com as técnicas de inbound marketing jurídico.

O inbound marketing é focado na atração de audiência por meio de conteúdo informativo desenvolvido para ser relevante para uma persona (perfil do seu público alvo).

Esse é o principal motivo pelo qual o inbound marketing é o que mais se alinha com as diretrizes e permissões da OAB. Ele não promove serviços, apenas entrega informação.

  • Comece a publicar notícias e artigos informativos;
  • Escolha as redes sociais que têm mais aderência com o seu público alvo;
  • Para os conteúdos mais longos (acima de 400 palavras), poste primeiro no seu blog, depois nas redes sociais. Ao postar nas redes, convide e direcione o público para ler o conteúdo completo no seu blog.

Conclusão: continue se aprofundado no marketing jurídico

Nesse artigo, você conferiu um plano básico de marketing jurídico. Serviu para te fornecer uma noção de como começar e quais são os pontos mais importantes dentro da estratégia.

Naturalmente, isto é apenas um começo. Cada ponto pode ser destrinchado em dezenas de outros pontos.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

O Conselho Federal da OAB aprovou 13 artigos do novo Provimento que irá regulamentar a publicidade advocatícia — ou, melhor, “marketing jurídico”, expressão que a OAB agora abraça plenamente.

Provavelmente no meio de agosto de 2021 entrará em vigor oficialmente as novas regras.
Entenda essas mudanças e confira os principais pontos do Provimento, juntamente com a nossa análise.

Entenda o contexto das mudanças no marketing jurídico feitas pela OAB

As mudanças nas diretrizes sobre a publicidade advocatícia já eram vislumbradas há anos.

Em 2019, a OAB abriu uma consulta para saber o que os advogados e advogadas do Brasil pensam sobre as atuais regras da publicidade na advocacia.

Com base nestas respostas e também em análises do próprio Conselho, estudou-se a reforma das regras sobre publicidade na advocacia, para passar a enfrentar temas como o uso de redes sociais, impulsionamento de postagens, google ads e outros.

O projeto que está sendo votado propõe a revogação do Provimento CFOAB n.º 94/2000.

O novo Provimento teve a redação de 13 artigos, juntamente com um Anexo Único, aprovada pelo Conselho Pleno no dia 15/07/2021.

O texto aprovado já nos mostra as direções que a publicidade para a advocacia deve tomar — começando, inclusive, pelo fato de que o texto usa explicitamente a expressão “marketing jurídico”.

Saiba mais no próximo item.

Principais regras sobre marketing jurídico segundo o novo Provimento do Conselho Federal da OAB

Destacamos abaixo os pontos de maior destaque na redação nova aprovada pelo CFOAB.

 

Marketing jurídico, conteúdo e publicidade

O artigo 1º não apenas usa a expressão “marketing jurídico”, como também afirma expressamente que ele é permitido.

Antes, falava-se apenas em “publicidade” para a advocacia.

O artigo 2º traz ainda as definições de cada um:

  • Marketing jurídico: Especialização do marketing destinada aos profissionais da área jurídica, consistente na utilização de estratégias planejadas para alcançar objetivos do exercício da advocacia (inciso I)
  • Marketing de conteúdos jurídicos: estratégia de marketing que se utiliza da criação e divulgação de conteúdos jurídicos, disponibilizados por meio de ferramentas de comunicação, voltada para informar o público e para a consolidação profissional do advogado ou escritório de advocacia (inciso II)
  • Publicidade: meio pelo qual se tornam públicas as informações a respeito de pessoas, ideias, serviços ou produtos, utilizando os meios de comunicação disponíveis, desde que não vedados pelo Código de Ética e Disciplina da Advocacia (inciso III)
  • Publicidade profissional: meio utilizado para tornar pública as informações atinentes ao exercício profissional, bem como os dados do perfil da pessoa física ou jurídica inscrita na Ordem dos Advogados do Brasil, utilizando os meios de comunicação disponíveis, desde que não vedados pelo Código de Ética e Disciplina da Advocacia (inciso IV)
  • Publicidade de conteúdos jurídicos: divulgação destinada a levar ao conhecimento do público conteúdos jurídicos (inciso V)

Os §§ 1º e 2º do artigo 1º falam ainda da obrigação de que as informações veiculadas sejam objetivas e verdadeiras, inclusive impondo o dever de comprovação da veracidade das informações veiculadas quando assim solicitado pelos órgãos competentes para a fiscalização da OAB.

Analisando os primeiros artigos do novo Provimento, entendemos que a OAB agora compreende o marketing jurídico em toda a sua amplitude, compreendendo o marketing de conteúdo, que é o principal elemento do inbound marketing, e alinha-se totalmente com os demais princípios da OAB.

Inclusive, até mesmo no que diz respeito à publicidade, o artigo 3º, caput, traz mais uma vez o preceito de que “a publicidade profissional deve ter caráter meramente informativo”.

Percebe-se, então, a importância do conteúdo informativo dentro do marketing jurídico e da publicidade advocatícia.

Notamos ainda a preocupação da OAB com o combate às fake news e a manutenção da credibilidade e seriedade da advocacia.

Publicidade ativa e passiva

De acordo com o novo Provimento, a publicidade ativa (exemplo: impulso de postagens para um público segmentado que não te segue) é a “divulgação capaz de atingir número indeterminado de pessoas, mesmo que elas não tenham buscado informações acerca do anunciante ou dos temas anunciados”.

publicidade passiva (exemplo: postagem orgânica, sem impulsionar) é a “divulgação capaz de atingir somente público certo que tenha buscado informações acerca do anunciante ou dos temas anunciados, bem como por aqueles que concordem previamente com o recebimento do anúncio”.

Em análise anterior destas disposições que estavam sendo votadas, nós já havíamos nos posicionado no sentido de que essa regra basicamente legitima ainda mais o uso de estratégias de topomeio e fundo de funil.

O artigo 4º do novo Provimento afirma que as duas formas de publicidade podem ser usadas no marketing de conteúdo jurídico, “desde que não esteja incutida a mercantilização, captação de clientela ou emprego excessivo de recursos financeiros”.

Exercício e divulgação de atividades paralelas à advocacia

Além de continuar proibida a divulgação de serviços de advocacia em conjunto com outras atividades, o novo Provimento vai além, dispondo que as regras do marketing e publicidade advocatícia também devem se aplicar “à divulgação de conteúdos que, apesar de não se relacionarem com o exercício da advocacia, possam atingir a reputação da classe à qual o profissional pertence” (art. 7º).

Mas há exceções e vários outros pontos em que a OAB trouxe segurança para a realização de outras atividades por parte dos advogados.

Por exemplo: fica expressamente permitida a divulgação da advocacia em conjunto com o magistério. Ademais, fica permitida a publicidade ativa no momento da venda de livros, cursos, seminários e outros eventos e bens destinados à comunidade jurídica.

Impulsionamento de posts, uso de Google Ads e anúncios pagos

Segundo a redação do novo Provimento, admite-se “a utilização de anúncios, pagos ou não, nos meios de comunicação”, exceto em outdoors, panfletos e outros meios elencados no art. 40 do Código de Ética e Disciplina da OAB.

Este texto é de grande relevância, pois sana uma das maiores dúvidas que existiam na comunidade jurídica e de marketing: a possibilidade de impulsionar posts em redes sociais e usar o Google Ads.

Agora, fica claro que isso é permitido, desde que não se use “meios ou ferramentas que influam de forma fraudulenta no seu impulsionamento ou alcance”.

Lives e webinars

O art. 5º, § 3º, permite a participação do advogado ou advogada em vídeos ao vivo ou gravados, na internet ou nas redes sociais, assim como em debates e palestras virtuais.

No entanto, não é permitido mencionar casos concretos, nem falar dos resultados do advogado/escritório, e as proibições dos arts. 42 e 43 do Código de Ética (tais como: responder habitualmente a consultas nos meios de comunicação) continuam valendo.

Conclusão: novo Provimento da OAB traz segurança para fazer marketing jurídico

Nesta data (19.07.2021), o novo Provimento ainda não foi publicado no Diário Eletrônico da OAB. Só entrará em vigor 30 dias após a data dessa publicação.

Mas ele traz expectativa de segurança jurídica para planejar o marketing jurídico, sobretudo o marketing jurídico digital !

Artigo postado originalmente no blog da In Company.

 

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!

O marketing jurídico ocupa – ou pelo menos deveria ocupar – um espaço importante dentro do planejamento de um escritório ou de um profissional autônomo no ramo da advocacia.

As universidades não costumam oferecer abordagens sobre métodos de prospecção, vendas e relacionamento com o cliente, por isso os advogados devem extrapolar o conhecimento técnico e ir em busca dessa expertise que é essencial para a saúde dos negócios.

Em razão disso, para falar um pouco mais sobre a importância do marketing jurídico e qual estratégia você não pode deixar de fora de sua atividade, criamos esse artigo para explicar mais sobre o tema. Acompanhe!

Por que dar atenção ao marketing jurídico?

Em meio a constante transformação no modo de fazer negócios, o bom e velho marketing continua sendo um aliado das empresas. No mercado jurídico isso não deve ser diferente!

Falo isso pois muitos profissionais têm dificuldade em enxergar sua prestação de serviços como um autêntico empreendimento que precisa se fazer comunicar com o potencial cliente.

Anteriormente, uma das principais objeções com o marketing na advocacia se dava pelas restrições do Código de Ética da OAB acerca da captação de clientes. Não que isso tenha mudado, mesmo diante de discussões sobre prováveis alterações no modo de fazer publicidade para a área.

Contudo, os tempos mudaram, assim como o comportamento dos consumidores. Se antes um advogado era contratado através de indicações feitas por um conhecido, hoje a procura tem sido em ambiente digital. 

É nesse cenário que o marketing jurídico se torna um diferencial. Essa segmentação do marketing voltada para profissionais do direito tem o objetivo de posicioná-los no mercado e fortalecer suas relações com o cliente.

Além disso, ainda que suas principais ações sejam realizadas de modo on-line, nada impede que o marketing jurídico se faça presente também no off-line.

Criação de conteúdo no marketing jurídico

Eu diria que umas das premissas do marketing jurídico é comunicação estabelecida pela criação de conteúdo relevante

Os escritórios que se empenham em oferecer informações educativas de modo recorrente, conseguem “guiar” seu potencial cliente por uma jornada de reconhecimento de problema, consideração e busca pela solução. 

Além disso, o universo do direito é muito amplo e, na maioria das vezes, complicado. Por que não simplificar isso para as pessoas? Afinal, todos estão pesquisando alguma coisa ao longo do dia nas redes.

Porém, tão importante quanto comunicar, é se empenhar na criação e distribuição de conteúdos personalizados que podem gerar valor e confiança. 

Contratar um advogado não é como ir na padaria e pedir meia dúzia de pães. Cada pessoa vai seguir um caminho específico até o fechamento, e ser guiada por informações ao longo desse processo será uma experiência diferenciada.

Canais de distribuição de conteúdo

Conheça alguns dos canais mais comuns e eficientes que podem ser amplamente utilizado por advogados na distribuição de seus conteúdos:

  • Blogs: Esse é um dos canais que cresceu juntamente com a internet, e ainda vale a pena dedicar um espaço no site ou até mesmo manter um blog separado, para postar materiais explicativos sobre áreas do direito, atualizações e informativos.

 

  • E-mail marketing: Assim como o blog, o e-mail é uma ferramenta antiga que já foi muito desacreditada. Porém, muitos negócios são adeptos de estratégias bem estruturadas de e-mail marketing para manter um bom contato com a base, e consequentemente, aumentar as vendas recorrentes

 

  • Redes sociais: Talvez as redes sociais sejam o local para estar mais próximo do cliente e conhecer seus interesses. Nem sempre vai fazer sentido para o escritório estar em todas as redes, mas é preciso se atentar àquelas que vão gerar maior oportunidade, por exemplo: escritórios de advocacia que prestam serviços para empresas, devem estar presentes no LinkedIn (rede social voltada para o meio corporativo/profissional).

 

  • Youtube: Seguindo a premissa de desmistificar o juridiquês, a gravação de vídeos com simples explicações sobre determinados temas pode ser uma ótima ação para ganhar visibilidade e reconhecimento.

Preciso contratar um especialista em marketing jurídico?

Até aqui apresentamos várias dicas sobre produção de conteúdo no marketing jurídico, e com certeza você deve estar achando que é impossível gerir tudo isso sozinho.

Realmente, se propor a fazer um trabalho consistente com o devido planejamento e acompanhamento de métricas, demanda tempo e atenção que costumam ser destinados às atividades jurídicas. 

Hoje em dia já existem diversos profissionais especializados em marketing jurídico com habilidades para gerir essa área, que deve andar junto com o setor comercial. 

Quando o escritório opta pela contratação de um responsável pelas ações do marketing jurídico, todas as decisões passam a ser melhor qualificadas. 

Se a realidade do advogado autônomo é distante de um escritório já estruturado, vale a pena buscar conhecimentos voltados para o marketing e iniciar sua visibilidade por meio das redes sociais ou quem sabe até um site.

O que não pode é ficar de fora dessa realidade que veio para ficar!