Diagnóstico de gestão estratégica?

O primeiro passo de qualquer ação em gestão de um negócio já em andamento, precisa ser um diagnóstico.

Se não foi possível fazer um plano de negócio prévio ou ele já empoeirado, o diagnóstico é o espelho do negócio como ele é, e sem essa fotografia, qualquer mudança é inútil. Toda empresa deve fazer um periodicamente. Conhecimento é poder!

Então, vamos lá. O que é feito em um diagnóstico de gestão estratégica?

Cada negócio é único. Mesmo que existam centenas de concorrentes. Assim, não há receita de bolo. Infelizmente? Não mesmo! Isso significa que a equipe responsável pelo seu diagnóstico vai conhecer você, sua equipe, sua empresa, seu negócio, por dentro e por fora.

Saber exatamente quais os seus pontos fortes e os seus pontos fracos, e não os de sua área, mas os seus. Que só existem porque você é quem você é.

Ao final do diagnóstico você tem uma fotografia exata de como sua empresa funciona e como ela se situa nas complexas relações que um negócio tem com o mercado, seus fornecedores, seus clientes, o governo e sua equipe interna.

Você é eficiente? Seu negócio é viável?

São perguntas difíceis e as respostas nem sempre são fáceis de encarar, mas, sem elas o fracasso é iminente.

É preciso saber para poder decidir! O primeiro passo de qualquer ação em gestão de um negócio já em andamento, precisa ser um diagnóstico.

Se não foi possível fazer um plano de negócio prévio ou ele já empoeirado, o diagnóstico é o espelho do negócio como ele é, e sem essa fotografia, qualquer mudança é inútil. Toda empresa deve fazer um periodicamente pois conhecimento é poder!

Muitas empresas partem do “achismo” de sua gestão atabalhoada e nada estratégica, e já saem fazendo ações sem qualquer embasamento real. No meio do caminho descobrem que tem um incêndio muito mais importante para apagar no caminho, ou descobrem que o dinheiro gasto não está dando resultado nenhum, e vai tudo por agua abaixo…

É um desperdício… E muitas vezes custa o seu negócio. É indispensável se conhecer para que sua empresa possa corrigir os erros e planejar o futuro com segurança!

Como é desenvolvido o Diagnóstico

Embora cada trabalho seja desenhado especialmente para o cliente, como todo projeto, o desenvolvimento de uma análise se desenvolve em alguns passos, e o plano de trabalho deve englobar os quatro pontos principais:

  • Levantamento dos procedimentos da empresa – Visão geral

Este levantamento terá por objetivo identificar os principais procedimentos operacionais que se relacionam com as áreas que usam o sistema de gestão, com foco na sua gestão e no uso do sistema de gestão atual, nos seguintes departamentos:

  1. Direção;
  2. Contabilidade, Fiscal e Custos;
  3. Financeiro;
  4. Compras e recebimento;
  5. Faturamento e expedição;
  6. Produção e almoxarifado;
  7. Tecnologia da informação.
  • Levantamento dos procedimentos específicos da Contabilidade, Fiscal e Custos

É preciso saber exatamente qual a composição do custo total, muitas vezes super simplificado pelas administrações quando calculam seus preços e tomam suas decisões de gastos.

Diversas vezes o resultado surpreende ao demonstrar que nem mesmo os custos variáveis são são cobertos, mas na maioria das vezes os custos de estoque e administração revelam itens nunca considerados e que podem significar a diferença entre o sucesso e o fracasso do empreendimento.

  • Matriz SWOT

Cada negócio tem os seus pontos forte, pontos fracos, ameaças e oportunidades. Mas é difícil agir sem saber quais são. A análise SWOT é fundamental para a tomada de decisões como expandir ou reduzir a operação e até mesmo mudar de área, posicionamento ou negócio.

  • Elaboração do “diagnóstico da gestão de processos administrativos”

É preciso entender como a sua empresa funciona. Quais as sutilezas, quais os riscos, quais as dinâmicas entre as pessoas: equipe, diretoria, fornecedores, clientes e concorrentes. Para isso é necessário saber quais os procedimentos executados no dia a dia da empresa.

Muitas são as barreiras e fraquezas que encontramos, na parte administrativa, financeira, comercial, logística, recursos humanos, contabilidade, fiscal, tributária e marketing.

Na realidade o DIAGNÓSTICO EMPRESARIAL, que é uma excelente ferramenta de gestão empresarial, vai, além de responder a tudo isto e muito mais, lhe oferecer subsídios para que você mesmo, ou com a ajuda de terceiros, seus colaboradores e algum conhecimento além de muito comprometimento, a resolver, senão todos, uma boa parte de todos os problemas que a sua empresa possa estar passando neste momento.

Ao final, você terá respondidas questões como:

  • Se você receber uma fiscalização hoje, você está preparado?
  • Se um colaborador seu for dispensado e entrar na Justiça do Trabalho, você está tranquilo?
  • Você sabe, exatamente, qual é o seu lucro mensal?
  • Você sabe, exatamente, qual a sua sobra de caixa no dia?
  • Você sabe qual é o ponto de equilíbrio de sua empresa?
  • Toda a documentação da sua empresa está absolutamente em ordem, tem certeza disto?
  • Todas as obrigações legais estão sendo cumpridas de acordo com a legislação?
  • Através do seu balanço mensal você está fazendo todas as análises financeiras e econômicas possíveis?
  • Com certeza o seu controle de estoque está absolutamente em dia, não é mesmo?
  • Com base nos anos anteriores você sabe exatamente quanto cresceu este ano, certo?
  • Na última reunião de capacitação de seus colaboradores você foi cordial quando disse que as metas vão ter que, obrigatoriamente, serem atingidas com seus clientes?
  • Qual a avaliação que os seus clientes tem da sua empresa?

Em seguida você terá condições de desenvolver um PLANO DE AÇÃO para que possa direcionar seus esforços para o futuro e garantir resultado financeiro, retorno do seu capital investido e segurança, tendo tomado decisões baseadas em dados reais!

Então, é só prosperar!

 

Sobre a autora

Denise de Holanda é fundadora da Holanda Empresarial, instituição que há mais de 5 anos auxilia empreendedores no processo de crescimento no mercado.

Para conhecer mais sobre da empresa, clique aqui!

Este texto é destinado aos profissionais que estão iniciando a jornada do empreendimento e irão prestar seus serviços jurídicos a partir de um próprio negócio. Citaremos dois pontos relevantes para análise: a estrutura física e o mindset que você cria para sua empresa! Confira.

Estrutura do escritório de advocacia

Qual a estrutura ideal para o meu negócio? Devo investir em um imóvel de alto padrão? Devo me posicionar em uma localização central? Depende do perfil do seu cliente.

De nada adianta ter um escritório luxuoso, em um bairro elegante, se a sua clientela for de pessoas humildes e que dependem de transporte público para chegar ao local.

Caso os clientes sejam de diferentes níveis ou você prefira reduzir as despesas do seu negócio, é possível utilizar-se de salas de trabalho e de reuniões em coworkings.

O Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP já se manifestou em algumas ementas sobre a legalidade da utilização de coworkings da OAB, desde que atendidos os limites do Estatuto da OAB, tais como:

• Eventuais arquivos e computadores devem ser isolados e de uso restrito dos advogados;
• As salas de reunião devem garantir o total sigilo e confidencialidade;
• O cliente deve ficar o mínimo possível na recepção conjunta;
• As ligações telefônicas devem ser direcionadas diretamente ao advogado ou para uma central de recados que apenas o advogado tenha acesso.

(Fonte: ementa 4.951/2017, TED OABSP)

Leia: Melhorando a produtividade no trabalho

Missão

Muito se ouve falar sobre planejamento estratégico de negócios. Você, empresário, sabe me dizer qual a missão do seu empreendimento?

A missão é o objetivo do negócio, ou seja, o motivo de sua existência. Assim, todo o planejamento e decisões da empresa devem ser avaliadas se atingem a missão.

Parece algo óbvio, mas em meio às alucinantes tarefas do dia a dia, algumas decisões equivocadas podem ser tomadas em descompasso com a missão do negócio. Quer um exemplo singelo? Digamos que uma empresa tenha como missão a educação financeira de pessoas alheias ao mercado financeiro.

A contratação de um profissional com ótimo conhecimento técnico do mercado financeiro, mas que não tenha aptidão pedagógica, vai totalmente de encontro com a missão da empresa.

Assim, nunca se perca da missão da sua empresa. Submeta todas as suas decisões ao fim maior do seu negócio. Você pode compartilhar a missão da sua empresa ou do negócio dos seus sonhos? Deixe um comentário abaixo!

Sobre o autor

Marco Livoti trabalhou durante os últimos 20 anos em multinacionais do setor de máquinas agrícolas, tais como JF, Vermeer, Storti e CLAAS, nas quais atuou como gerente de comércio exterior, abrindo e capacitando concessionários em mais de 44 países.

Hoje é treinador, coach e palestrante, tendo como carro-chefe o programa de treinamento intitulado “Vendedor do Futuro”, destinado a incrementar a performance de equipe de vendas.

Para conhecer mais sobre o trabalho do Marco, acesse seu site clicando aqui!

 

Muitas pessoas perguntam como seria um plano básico de marketing jurídico. Embora não exista uma fórmula pronta, temos um projeto básico para te ajudar a visualizar as principais etapas e estratégias para ter uma marca jurídica, uma presença digital e começar a gerar resultados com marketing jurídico.

Confira um plano básico de marketing jurídico em 3 dicas e veja como começar!

Prefere assistir este conteúdo em vídeo? Clique aqui

Qual é o plano perfeito de marketing jurídico?

A princípio, a resposta para essa pergunta é a mesma que você, advogado, já conhece muito bem: Depende!

Depende de uma série de fatores:

  • a sua área (ou áreas) de atuação;
  • sua região geográfica;
  • seu público alvo;
  • a maturidade da sua marca;
  • a autoridade que você já alcançou.

Mas existem dicas gerais importantes que podem se aplicar a qualquer caso.

Neste artigo, vamos apresentar um tripé básico para você começar no marketing jurídico.

Formate a parte institucional e branding

Todo escritório deve ter uma marca com identidade definida para se posicionar no mercado, mostrar os seus valores e ter uma ligação com seu público alvo.

Essa definição é muita profunda e depende primeiramente dos objetivos e características particulares de cada advogado e escritório.

Mas em termos de comunicação, essas definições são expressas por meio de aspectos tangíveis, como logotipo e identidade visual estampados em:

  • papelaria timbrada;
  • assinatura de e-mail;
  • arquivos Word timbrados para peticionamento;
  • folders digitais do seu escritório em formato PDF pra enviar por WhatsApp ou e-mail.

Tenha um domínio próprio na Internet

É essencial ter o seu domínio (website) e uma conta de e-mail associada a esse domínio (por exemplo: advogado@escritorio.adv.br). Isso denota autoridade e profissionalismo.

Também é importante ter uma assinatura de e-mail, padronizando as suas respostas.

Mas não basta comprar um domínio: o site deve ter uma modelagem e programação adequada a técnicas de marketing digital, como SEO e um sistema de blog.

Investir em SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas) é fundamental para indexar seu site e seus posts ao Google. Esse investimento pode sair mais caro do que a aquisição e desenvolvimento de um site básico, mas ele traz um melhor retorno (sobretudo no médio e longo prazo).

Sem esse investimento, eventualmente você notará que o site está “perdido na Internet”, sem atrair tráfego, e vai desejar fazer um segundo site. Ou seja: será uma estratégia barata, mas que pode sair mais caro em breve.

Comece a investir em ferramentas de marketing digital – inbound marketing jurídico

Para que todo esse valor e investimento seja percebido pelo mercado, aposte no marketing digital com as técnicas de inbound marketing jurídico.

O inbound marketing é focado na atração de audiência por meio de conteúdo informativo desenvolvido para ser relevante para uma persona (perfil do seu público alvo).

Esse é o principal motivo pelo qual o inbound marketing é o que mais se alinha com as diretrizes e permissões da OAB. Ele não promove serviços, apenas entrega informação.

  • Comece a publicar notícias e artigos informativos;
  • Escolha as redes sociais que têm mais aderência com o seu público alvo;
  • Para os conteúdos mais longos (acima de 400 palavras), poste primeiro no seu blog, depois nas redes sociais. Ao postar nas redes, convide e direcione o público para ler o conteúdo completo no seu blog.

Conclusão: continue se aprofundado no marketing jurídico

Nesse artigo, você conferiu um plano básico de marketing jurídico. Serviu para te fornecer uma noção de como começar e quais são os pontos mais importantes dentro da estratégia.

Naturalmente, isto é apenas um começo. Cada ponto pode ser destrinchado em dezenas de outros pontos.

Sobre o autor

Alexandre de Souza Teixeira é Head e Sócio Fundador da In Company e especialista em marketing jurídico há 16 anos. Para conhecer mais sobre o trabalho do Alexandre, acesse seu site clicando aqui!